Bairro de Santa Filomena

Demolições em Santa Filomena

Na manhã de 25 de Novembro, o bairro de Santa Filomena, na Amadora, foi novamente invadido por escavadoras e vários funcionários da Câmara Municipal da Amadora (CMA), escoltados por um enorme aparato policial para proceder à demolição de habitações, sem qualquer aviso prévio. Até ao final da tarde, foram demolidas quatro casas, deixando 8 pessoas desalojadas, incluindo 3 crianças.

Roubado do Mapa

O bairro da Amadora voltou a ser alvo de demolições e violência policial

Moradores/as desalojados/as de Santa Filomena instalam-se na Igreja da Matriz da Amadora

Um grupo de quatro moradores e moradoras que ficaram sem casa em resultado dos despejos e demolições forçadas realizados no Bairro de Santa Filomena instalaram-se hoje na Igreja Matriz da Amadora. Sem qualquer alternativa onde dormir, estas pessoas ficarão na Igreja pois procuram um tecto e este foi o único que encontraram.

10 de Maio de 2014

Um grupo de quatro moradores e moradoras que ficaram sem casa em resultado dos despejos e demolições forçadas realizados no Bairro de Santa Filomena instalaram-se hoje na Igreja Matriz da Amadora. Sem qualquer alternativa onde dormir, estas pessoas ficarão na Igreja pois procuram um tecto e este foi o único que encontraram.

Despejos no Bairro de Santa Filomena, Amadora

Mais uma vez, o direito à habitação dos moradores do bairro de Santa Filomena, foi ostensivamente violado pela Câmara Municipal da Amadora. Durante a manhã do dia 19, de forma extremamente violenta, as forças policiais obrigaram cerca de duas dezenas de moradores a abandonar as suas casas (sete alojamentos) para que pudessem prosseguir os trabalhos de demolição que, recorde-se, haviam já sido iniciados no dia 26 de Julho de 2012

«Mais uma vez, o direito à habitação (Artigo 65º da Constituição) dos moradores do bairro de Santa Filomena, foi ostensivamente violado pela Câmara Municipal da Amadora. Durante a manhã de hoje, de forma extremamente violenta, como é, aliás, usual, as forças policiais (PSP e Polícia Municipal), obrigaram cerca de duas dezenas de moradores a abandonar as suas casas (sete alojamentos) para que pudessem prosseguir os trabalhos de demolição que, recorde-se, haviam já sido iniciados no dia 26 de Julho de 2012.

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