greve geral

Notas sobre a greve geral

A greve geral de ontem parou parte do país, teve piquetes e acções por todo o lado, uma enorme manifestação em Lisboa, e culminou com a maior carga policial dos últimos anos em Portugal. Eis um apanhado do que tem sido publicado no Indymedia.

http://5dias.net/2012/11/15/notas-sobre-o-dia-de-ontem/

1. Grande greve geral;

2. Falta fazer chegar a greve ao comércio local, aos restaurantes e às farmácias – sectores altamente prejudicados com as actuais políticas;

3. Em Lisboa, os serviços mínimos da Carris – único meio de transporte colectivo – andavam vazios;

4. Manifestações por todo o país. Em Lisboa terá sido a maior manifestação em dia de greve geral;

48H de Greve Geral na Grécia: e a seguir?

No segundo dia de Greve Geral na Grécia, 7 de Novembro, estimavam-se mais de 200.000 manifestantes em frente ao parlamento, apesar dos esforços da polícia de choque. Houve violentos confrontos entre a polícia e os manifestantes. Apesar disso, o 3º Memorando entre o governo grego e a troika foi aprovado. Entretanto, na cidade de Heraklion, ilha de Creta, continuou-se a luta e a assembleia popular fez um apelo à resistência em todo o país.

No segundo dia de Greve Geral na Grécia, 7 de Novembro, estimavam-se mais de 200.000 manifestantes em frente ao parlamento, na praça Syntagma, apesar dos esforços da polícia de choque para impedir a chegada de civis à praça (centenas de detidos e o encerramento das estações de metro mais próximas).

Sobre a Greve Geral

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Da greve geral de 22 de março não se esperava muita coisa. Sem o apoio duma das centrais sindicais, numa sociedade afogada em dívidas onde a precarização impede grandes aventuras de luta laboral e sem um trabalho de mobilização decente, a surpresa seria uma jornada de luta inolvidável e assertiva. E, de facto, pouco passou de um exercício de legitimação da CGTP, (...) sem que tenha sequer havido a usual guerra de números entre governo e sindicalistas, tão ridículas foram as cifras da adesão.

Da greve geral de 22 de março não se esperava muita coisa. Sem o apoio duma das centrais sindicais, numa sociedade afogada em dívidas onde a precarização impede grandes aventuras de luta laboral e sem um trabalho de mobilização decente, a surpresa seria uma jornada de luta inolvidável e assertiva.

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