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Marcas de luxo e nova lei das rendas fecham espaços históricos de Lisboa

A nova lei das rendas e o forte interesse de marcas de luxo internacionais pelas zonas históricas das cidades já estão a ter impacto no imobiliário nacional. Em Lisboa, são vários os espaços comerciais que já estão a fechados ou a fechar, porque não conseguem pagar as rendas actualizadas ou porque foram despejados para dar lugar a escritórios, hotéis, casas ou lojas de luxo com rendas bem mais altas que as actuais.

Notícia destacada

A nova lei das rendas e o forte interesse de marcas de luxo internacionais pelas zonas históricas das cidades já está a ter impacto no imobiliário nacional. Em Lisboa, são vários os espaços comerciais que já estão a fechados ou a fechar, porque não conseguem pagar as rendas atualizadas ou porque foram despejados para dar lugar a escritórios, hotéis, casas ou lojas de luxo com rendas bem mais altas que as atuais.

Texto de apelo à desobediência

"Temos de desobedecer às leis e imposições injustas, temos de dar uma resposta ao Estado na única coisa que lhe é importante - o dinheiro dos nossos impostos". Nélson está desempregado e carece de apoio adequado para a doença degenerativa de que padece. Sob o lema "Sem rendimentos não há pagamentos", decidiu deixar de pagar impostos e solidarizar-se com quem não paga transportes públicos, e apela a tod@s a fazerem o mesmo.

"Temos de desobedecer às leis e imposições injustas, temos de dar uma resposta ao Estado na única coisa que lhe é importante - o dinheiro dos nossos impostos". Nélson está desempregado e carece de apoio adequado para a doença degenerativa de que padece. Sob o lema "Sem rendimentos não há pagamentos", decidiu deixar de pagar impostos e solidarizar-se com quem não paga transportes públicos, e apela a tod@s a fazerem o mesmo. Transcrevemos aqui o seu apelo à desobediência.

http://naopossopagarimpostos.blogspot.pt/

Caros desempregados sem rendimentos,

Fazer pontes, ocupar a rua, parar o Porto de Lisboa

Na mesma noite em que a CGTP anunciava que cedia à chantagem governamental e alterava a manifestação que, até então, tinha a Ponte 25 de Abril como local "irreversível", surgia uma convocatória rebelde que apela ao bloqueio do Porto de Lisboa. Ei-la:

Na mesma noite em que a CGTP anunciava que cedia à chantagem governamental e alterava a manifestação que, até então, tinha a Ponte 25 de Abril como local "irreversível", surgia uma convocatória rebelde que apela ao bloqueio do Porto de Lisboa. Ei-la:

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