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  • [Porto] Livraria histórica da Baixa fecha para dar lugar a hotel   1 ano 26 weeks ago

    manifestações pacificas dá nisto....

  • COMUNICADO CEL-Lisboa: Sobre o Cancelamento do Evento da ‘Nova Portugalidade’ na FCSH-UNL   1 ano 27 weeks ago

    O meu comentário anterior foi republicado na rede social Facebook, para lá possivelmente ser respondido pelos estudantes em causa.

    E, como tal, não irei mais voltar à página desta colocação (aqui, no Indymedia) para possivelmente ler e responder ao que quaisquer pessoas possam querer responder ao meu anterior comentário.

    Obrigado pela vossa compreensão.

    http://blackfernando.blogs.sapo.pt/

  • COMUNICADO CEL-Lisboa: Sobre o Cancelamento do Evento da ‘Nova Portugalidade’ na FCSH-UNL   1 ano 27 weeks ago

    Recebido por email

    "Desejam agora ir contra a vontade democrática, que se expressou contra eles, e tentar fazer o seu evento contra os desejos do resto das e dos estudantes da faculdade. Assim se vê o respeito que têm pelos seus colegas, e pela democracia em geral."

    Deduz-se deste texto que, a noção "libertária" de Democracia, por parte do vosso grupo, é então poder censurar uma minoria, quando tal for vontade de uma maioria...

    (Maioria essa, que neste caso nem sequer existe - pois, tem sido noticiado que a RGA em causa foi mesmo muito pouco participada pelos estudantes da faculdade. E, leiam as opiniões da maior parte das pessoas, na Internet, para terem uma ideia do que pensará também a maioria dos estudantes.)

    Não é uma das críticas comuns, por parte dos supostos libertários, chamarem à Democracia a "ditadura da maioria"?

    A maioria não tem nada de estar a aprovar ou desaprovar os direitos das minorias. E, ainda mais, quando se trata de algo tão fundamental como o direito à Liberdade de Expressão e à Liberdade de Reunião. Até as democracias representativas que temos (e relativamente às quais vocês consideram defender uma ordem superior) são melhores a aplicar os mais fundamentais direitos que existem, do que a forma de "Libertarianismo" ou "Liberdade" defendida pelo vosso grupo.

    Por mais retrógradas ou erradas que sejam as suas opiniões, ninguém tem de pedir autorização, ou aprovação, a uma maioria para poder falar - e, ainda mais, numa reunião a que só vai quem quiser.

    http://blackfernando.blogs.sapo.pt/

  • WikiLeaks revela como CIA acedia a smartphones e televisores   1 ano 27 weeks ago
  • [Lisboa] Fascistas na FCSH   1 ano 27 weeks ago

    apanhado no Facebook

    Sob o nariz da direcção da faculdade, a Associação de Estudantes da FCSH foi hoje fisicamente intimidada por membros do PNR tatuados com suásticas e outros símbolos da extrema direita. A mesma direcção que ainda ontem mentia com todos os dentes que tem dizendo que havia riscos de segurança para a realização de uma conferência com Jaime Nogueira Pinto.

    Obviamente, não havia qualquer perigo para o fascista Nogueira Pinto e para os seus discípulos do grupo "Nova Portugalidade" que passeiam impunemente pela faculdade todos os dias. Mas há um perigo muito evidente, e um perigo de vida, para os estudantes que foram nomeados, com nome e apelido, e ameaçados pelo bando de nazis que entrou pela FCSH adentro.

    Espero agora uma palavra em defesa dos estudantes por parte da direcção de caramelos que a minha faculdade tem. Bem sei que eles detestam a actual DAE, como todos os ataques até agora demonstraram, mas quero acreditar que tentarão pelo menos manter os estudantes a salvo de agressões físicas.

  • Paralisação Internacional de Mulheres, concentração #8M Não Me Calo!   1 ano 28 weeks ago
  • Luta Anti-Fundação | Semana de actividades de 13 a 20 de Fevereiro   1 ano 30 weeks ago
  • [1 a 11 de fevereiro] Longa Marcha, Liberdade para Ocalan - Reconhecimentos para o Curdistão   1 ano 31 weeks ago
  • Sete detidos em operação policial no bairro 6 de Maio, na Amadora   1 ano 32 weeks ago
  • O Xispes (não) está morto   1 ano 32 weeks ago

    Este vídeo compila partes de todos os concertos que aconteceram nessa noite fatídica - mas extremamente divertida - em que o Xíspes abriu a suas portas para o rock'n'roll pela última vez.

    https://youtu.be/OJvuPkPyBNw?list=PLp-gG6dBGsg7zvGlFORkTOhDbT4wxRBr5

  • CICLO DO PENSAMENTO LIBERTÁRIO em Évora   1 ano 35 weeks ago

    Na próxima quarta-feira, dia 18 de Janeiro, terá lugar mais uma conversa integrada no “Ciclo do Pensamento Libertário”, organizada pelo Núcleo de Estudos Libertários “Elias Matias”, em Évora. Quinze dias depois da conversa em torno do pensamento e da figura de Bakunin será a vez de debatermos o pensamento de outro anarquista russo extremamente importante para o movimento libertário em geral: Piotr Kropotkin. Preso na Rússia, conseguiu fugir, tendo-se exilado em Inglaterra, onde escreveu várias obras, entre as quais um dos livros fundamentais do pensamento libertário: “Apoio Mútuo: um factor de evolução”. Kropotkin ainda assistiu aos primeiros anos da revolução russa, país a que regressou depois da queda do czar, tendo mantido correspondência e, pelo menos, um encontro com Lenin. Muito crítico face à forma como os marxistas do Partido Bolchevique estavam a destruir os sovietes e as organizações de trabalhadores, Kropotkin morreu no princípio de 1921, tendo o seu funeral constituído uma enorme manifestação de pesar e um dos últimos momentos de concentração de milhares de anarquistas – que em breve seriam ferozmente perseguidos e violentados pelo novo poder autoritário instaurado a partir de Moscovo sobre o território russo.

    Piotr Alexeyevich Kropotkin nasceu em Moscovo a 9 de Dezembro de 1842 e morreu em Dmitrov a 8 de fevereiro de 1921. Foi um geógrafo, escritor e um dos principais pensadores do anarquismo no fim do século XIX, considerado também o fundador da vertente anarco-comunista. As suas análises da burocracia estatal e do sistema prisional também são relevantes. Foi o autor de livros hoje considerados clássicos do pensamento libertário, entre os mais importantes se destacam ‘A Conquista do Pão’ e ‘Memórias de um Revolucionário’, ambos publicados em 1892, ‘Campos, Fábricas e Oficinas de 1899’, e ‘Apoio-Mútuo: Um Factor de Evolução’ publicado em 1902.

    Interessado por geografia, tornou-se explorador do círculo polar ártico percorrendo milhares de quilómetros a pé e registando diferentes fenómenos relacionados com a tundra e outras paisagens do ártico. Nas suas muitas viagens contactou e passou a se solidarizar-se com os camponeses que viviam em condições miseráveis na Rússia e na Finlândia. Mais tarde viajou para a Europa Ocidental tendo contactado em diversos países com activistas e revolucionários, entre estes os seguidores de Bakunin e os partidários de Marx. Em Genebra, tornou-se membro da Primeira Internacional, depois partiu em para a região do Jura a convite de um anarquista que lhe relatara a força que o movimento adquirira naquela região. Estudou o programa revolucionário da Federação Anarquista de Jura e voltou à Rússia com a intenção de divulgá-lo entre activistas libertários e populações marginalizadas. Na Rússia voltou a fazer pesquisas científicas, tomando parte em diferentes âmbitos do activismo libertário.

    Foi preso por diversas vezes pela militância e os seus textos foram publicados por centenas de jornais ao redor de todo o mundo. O seu funeral, em fevereiro de 1921, depois de ter regressado à Rússia, constituiu uma das últimas grandes manifestações de anarquistas russos, uma vez que este país, desde a revolução de 1917, estava sob o domínio bolchevique para quem os anarquistas eram inimigos a combater. Pouco tempo depois da sua morte, em Março de 1921, os bolcheviques atacariam Kronstadt pondo fim a qualquer veleidade de um caminho comum com os anarquistas.

    um excerto, modificado, daqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Piotr_Kropotkin

  • Portugal está entre os três países europeus que mais se opõem a receber imigrantes, logo a seguir à Hungria e República Checa   1 ano 41 weeks ago
  • O negócio da Escola Pública com o cérebro das crianças   1 ano 42 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • [Porto] Restaurante de Avillez alvo de Acção Directa   1 ano 43 weeks ago
  • O negócio da Escola Pública com o cérebro das crianças   1 ano 43 weeks ago

    https://www.facebook.com/guilhotina.info

    Doutrinação nos estabelecimentos do 1º Ciclo | Formação Cívica de “Educação Financeira” numa escola perto de si

    Conforme denúncia feita por um encarregado de educação, ficou a saber-se que as escolas públicas estão a concessionar parte do horário lectivo a empresas privadas, que por sua vez vendem esse espaço lectivo a empresas especializadas na lavagem de cérebros da opinião pública. O caso veio a público através do exemplo que ocorre, actualmente, no agrupamento de escolas de Oeiras, onde os pais foram informados de que os alunos vão passar a ter, em substituição de uma das actividades, uma Formação "Cívica" de “Educação Financeira” dinamizada pela Deloitte, uma consultora financeira.

    No curriculum constam pérolas como: a importância da moeda e dos bancos, meios de pagamento, crédito, seguros e planeamento e gestão de um orçamento familiar. O negócio, para agravar o quadro, é imposto no horário unilateralmente e sem possibilidade de opção por parte dos encarregados de educação.

    A Deloitte paga esta formação através de uma outra empresa, usada como testa de ferro, e dirigida por psicólogas especializadas em Saúde Mental, chamada de Fénixis. Toda esta imoralidade é feita a coberto da legalidade do “Plano Nacional de Formação Financeira”, estipulado pelo Ministério da Educação e desenvolvido pelo Banco de Portugal, a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e do Instituto de Seguros de Portugal, actual Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões).

    Denúncia publicada originalmente em: http://bit.ly/2eGznAj
    Aqui as intenções da Deloitte na primeira pessoa: http://bit.ly/2fWCD75
    Aqui as intenções da Fénixis: http://associacaofenixis.blogspot.pt/
    Aqui a página do Plano Nacional de Formação Financeira: http://bit.ly/2fZikHB

  • [13 Novembro] "Não Desistimos, Direitos Iguais e Documentos para todas/os"   1 ano 44 weeks ago
  • Comunicado do Sindicato da Magistratura francês sobre a ZAD   1 ano 45 weeks ago

    Nesta fase do processo, a expulsão da ZAD Notre Dame des Landes seria ilegal

    Os ocupantes da ZAD de Notre Dame des Landes (NDDL), alertou-nos acerca das graves irregularidades no processo de expulsão, a que estão sujeitos, irregularidades contrárias a vários princípios fundamentais do direito francês e europeu.

    1 - O direito a um julgamento justo
    Grande parte das expulsões foram ordenadas "mediante injunção”, ou seja, através de um processo não contraditório e não público. Os ocupantes não foram previamente convocados nem mesmo informados desta audiência. O oficial de justiça do requerente, alegou sem dúvida que não lhe fora possível corroborar a identidade dos ocupantes. No entanto, alguns moradores da ZAD deram-se a conhecer por correio registado junto da Vinci, delegatário do proprietário. Portanto, o requerente não os podia ignorar e no entanto optou por não os apresentar em tribunal, privando-os, assim, do direito básico de se defender.

    2 - O direito a um recurso efectivo
    O código do processo civil permite a qualquer pessoa interpor recurso por prejuízo causado por uma acção de injunção.
    Mas os ocupantes da ZAD, a quem se negou a comunicação das ordens de despejo, encontram-se de facto privados desse recurso, assim como da possibilidade de recorrer ao juiz da execução de pedidos de prazos para sair dos locais.

    3- O direito de suspensão do despejo durante a trégua de Inverno
    Se o despejo dos ocupantes entrados por "infracção", e somente a deles, é possível mesmo durante a trégua de Inverno, é com a condição de que o juiz, que ordenou o despejo, o tenha autorizado.
    Os meios de comunicação informaram nos últimos dias sobre o próximo despejo dos ocupantes de NDDL, apesar da trégua de inverno ter começado a 1 de Novembro. No entanto, as decisões de que tivemos conhecimento não permitem o despejo durante essa trégua. O Governo Civil, que aceitaria dar auxílio à força pública, cometeria uma violação de uma decisão judicial.
    Recordamos que num Estado de direito, cabe às autoridades garantir a implementação do devido processo legal respeitando a lei e os direitos dos ocupantes.

    Traduzido por Gisandra

  • Vigília pela Liberdade de Maria de Lurdes | 21 Outubro | 18h | Praça do Rossio (Lisboa)   1 ano 47 weeks ago
  • Desalojados na Amadora pedem respostas do Ministério do Ambiente   1 ano 48 weeks ago

    Aqui fica a nossa resposta ao Ministério do Ambiente, depois da nossa ida ao ministério ontem (partilhem e apoiem)
    Exmos. Sr. Ministro do Ambiente,
    Exmo. Sr. Secretário de Estado Adjunto,

    Agradecemos a comunicação. No entanto, precisamos de esclarecer V. Exas. sobre o seguinte:

    A Segurança Social atendeu os agregados despejados e a única alternativa que lhes deu foi a possibilidade de estes ficarem em centro de acolhimento temporário (onde apenas existe a possibilidade de pernoitar, usados para pessoas em situação de sem abrigo) entre 5 a 15 dias, dizendo que a partir daí as pessoas deveriam encontrar uma solução. Esse facto foi também referido e documentado pelo Sr. Provedor de Justiça que não reconhece nesta proposta uma solução. Por este motivo os moradores não aceitaram esta falsa alternativa e estão a dormir em casa de vizinhos cujas casas também serão demolidas (alguns são PER, outros não). Temos a experiência de pessoas que chegaram a aceitar estas casas abrigo e foram expulsas ao fim de 15 dias/ 1 mês, uma vez que a segurança social recusava-se a continuar a pagar esse serviço. Nenhuma outra alternativa foi encontrada.

    A Câmara Municipal já fez saber que apenas dará solução aos agregados recenseados no PER. Em relação aos que já foram despejados, não se vislumbra qualquer outra iniciativa por parte da autarquia. Sabemos que a autarquia tem fortes responsabilidades, mas tal como também diz o Sr. Provedor, o problema não é só da autarquia é também do governo central que não adaptou o PER convenientemente ao longo dos anos, congelou o Prohabita desde 2009 e não criou mais instrumentos que respondessem efectivamente às necessidades sociais de habitação que existem no nosso país.

    Assim, não reconhecemos nesta resposta nenhuma solução concreta para os graves problemas apresentados. Gostaríamos de dizer que não estamos a falar de um grande universo de famílias neste bairro, e que a média de idades é muito elevada, com uma maioria de despejados com idades entre os 50 e os 75 anos de idades, há pessoas com graves problemas de saúde e há algumas famílias monoparentais, sobretudo de mães com crianças e rendimentos abaixo dos 300/400 euros. Todos habitam o bairro há mais de 10 anos. Estamos em condições de providenciar a situação concreta de cada um, assim como o historial de atendimentos, a situação de saúde, económica e social. Estamos disponíveis em ajudar ao nível do desenvolvimento de melhores soluções quer seja com a segurança social quer seja com o IHRU e até com a autarquia (quisesse esta, mas da qual já não podemos esperar nada).

    Assim sendo, continuamos a solicitar um encontro com o Sr. Ministro ou com o Sr. Secretario de Estado para que dessa forma tenham acesso à informação completa do que se passa no terreno.

    Os nossos cumprimentos,

    https://www.facebook.com/habita.colectivo/posts/1271168966258631

  • Desalojados na Amadora pedem respostas do Ministério do Ambiente   1 ano 48 weeks ago

    Encarrega-me o Senhor Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente de acusar a receção do email de V. Exa. sobre o assunto em epigrafe, que mereceu a nossa melhor atenção.

    Comunicamos que o Ministério do Ambiente está atento ao desenrolar do processo no Bairro 6 de maio da Amadora e é sensível aos argumentos expostos no vosso email, bem como aos argumentos transmitidos oralmente a 4 de outubro de 2016, neste Ministério.

    Nesse sentido, o Ministério do Ambiente diligenciou junto do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre as ações que estão a ser providenciadas para assegurar o realojamento das famílias cujas habitações foram objeto de demolição.

    Em resposta, este Ministério foi informado de que os serviços do Instituto da Segurança Social, I.P. já estavam a trabalhar, em conjunto com a Câmara Municipal da Amadora, no sentido de que nenhuma família fique desalojada.

    Consultado o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I.P., tutelado por este Ministério, este reiterou a sua disponibilidade para colaborar, dentro dos meios de que dispõe, no realojamento de agregados familiares sinalizados pela Câmara Municipal da Amadora.

    Salientamos que é aos Municípios que compete a promoção e salvaguarda dos interesses próprios das respetivas populações, em articulação com as Freguesias, nomeadamente nos domínios da ação social, da habitação e do ordenamento do território e urbanismo.

    Com os meus melhores cumprimentos,