Publicação aberta
05/09/2018 - 00:15
04/09/2018 - 19:51
03/09/2018 - 20:10
02/09/2018 - 22:43
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31/08/2018 - 09:45
29/08/2018 - 23:57
29/08/2018 - 02:12
27/08/2018 - 22:30
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08/08/2018 - 19:20
Comentários
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há 6 weeks 2 days por subcarvalho
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há 6 weeks 5 days por Toni
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Agenda
10/11/2018 - 15:00
Casa do Território - Parque da Devesa - Vila Nova de Famalicão
10/11/2018 - 15:00
Casa da Horta - associação cultural - Rua de S. Francisco, 12 A - Porto
10/11/2018 - 17:00
Manifesto - Rua França Júnior, 1 - Matosinhos
10/11/2018 - 18:30
República Ninho da Matulónia - Rua Infanta D.Tereza 29b, 4º, Celas - Coimbra
10/11/2018 - 19:30
Rosa Imunda - Travessa do Ferraz, 13 - Porto
10/11/2018 - 21:30
Casa da Horta - associação cultural - Rua de S. Francisco, 12 A - Porto
10/11/2018 - 21:30
Cinema Trindade - Rua do Almada 412 - Porto
10/11/2018 - 22:30
Barracuda - Clube de Roque - Rua da Madeira, 186 - Porto
11/11/2018 - 13:00
Republica dos Kagados - Rua Joaquim Antonio de Aguiar, 98 - Coimbra
11/11/2018 - 14:00
Palhaços Visitadores - Rua Padre António Vieira, 76 - Porto
11/11/2018 - 19:00
Sonoscopia - Rua da Prelada, 33 - Porto
12/11/2018 - 14:00
Sala 1, CES-Coimbra - Coimbra
12/11/2018 - 17:30
Campo Grande ((saída do metro para o Alvaláxia) - Lisboa
12/11/2018 - 18:30
Sala 1, CES-Coimbra - Coimbra
12/11/2018 - 18:30
Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto - Via Panorâmica Edgar Cardoso - Porto
12/11/2018 - 21:30
Casa da Achada - Centro Mário Dionísio - Rua da Achada, 11, R/C - Lisboa
14/11/2018 - 17:00
Sala 1, CES-Coimbra - Coimbra
14/11/2018 - 21:30
Casa da Horta - associação cultural - Rua de S. Francisco, 12 A - Porto
15/11/2018 - 18:30
Casa da Achada - Centro Mário Dionísio - Rua da Achada, 11, R/C - Lisboa
Temas
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Décimas ao Tigre de Papel
Pobre Tigre de Papel
Vais no ar a esvoaçar
Chuva e vento em tropel
Logo te fazem parar.
(Mote)
1.
Não és bicho, não és gente
Na China dizia o Mao,
E mais do que isto é um pau,
Não há como ser diferente.
Basta que chova ou vente
Pareces um carrossel,
Porque tu sem um cordel
Sem gente que te levante,
Vais abaixo num instante
Pobre Tigre de Papel.
2.
Seja o imperialismo
Ou seja o arrogante,
Devagar ou num instante,
Irá cair num abismo
Como caiu o fascismo.
E não há que duvidar
Que o tempo vai confirmar.
Lembra-te disto portanto:
Só na festa, és encanto,
Vais no ar a esvoaçar.
3.
A força está na razão,
Na História e no Povo.
Que eu cá não me comovo,
Nem te tenho admiração.
O teu lugar é no chão
Decorou-te um pincel,
És um monte de papel.
Não te ponhas a inchar
Olha que está a chegar
Chuva e vento em tropel.
4.
A História tem motor
Que trabalha devagar.
Só é preciso esperar,
Tigrezinho rosnador,
Que nunca um agressor
Deixou falta por pagar
Não te vais aguentar.
Será fábula da China,
Mas não escapas à ruína
Logo te fazem parar.
António Pereira
antoniopereira [em] gmx [dot] com
A Nossa Senhora tem razão, tal como já tinha quando apareceu em Fátima. Não faz sentido discutir causas inúteis e esta, a tal do cartão, é bem o exemplo.
O BE dedica-se a essa grande causa da moda que é o «politicamente correcto», a lógica autoritária de disciplinar comportamentos e linguagem. Nesse aspecto está a contribuir alegremente para o admirável mundo novo de Orwell e Huxley...
Nossa Senhora. Porque se alimentam com causas inúteis, como esta de contestar o pintelho que, justificadamente, é levantado pelo BE. Há muito mais problemas no mundo, claro que sim, mas isso não impede que haja motivação legítima e útil para propor alterações. Um pouco mais de cultura e compreensão, nomeadamente da importância da linguística nos padrões de comportamento e nos modelos sociais.
para continuar a acompanhar ao minuto o que acontece (essencialmente em Paris)
https://paris-luttes.info/greve-actions-manifs-suivi-de-la-5349?lang=fr
http://www.eldiario.es/sociedad/Cerco-okupacion-Madrid-coordinador-polic...
podiam ter adicionado a agenda as próximas paradas :D
Lisboa - dias 16, 17 e 18 de Março - Av Brasília junto ao Urban, no estacionamento.
Lisboa - Expo, dias 19 e 20 de Março - Na placa Central entre a Gare do Oriente e o C.C. Vasco da Gama.
Setúbal - dias 28, 29, 30, 31 e 1 de Abril de 2016 - Largo José Afono, em direcção à serra da Arrábida, no final da Av. Luísa Todi.
Santiago do Cacém - dia 4 e 5 de Abril - Dia 4 em Santo André, na Escola Secundária Local, dia 5 em Santiago do Cacém - Junto à Escola Secundária Manuel da Fonseca, Estrada de Santa Cruz
Sines - dia 6, 7, 8 e 9 de Abril - Antiga Estação dos Caminhos de Ferro - Av. General Humberto Delgado
Faro - dias 11, 12, 13 (14 e 15 a definir) - Agrupamento de Escolas João De Deus, e Santo António - Av. 05 de Outubro, 8004-069 FARO
Évora - dias 19, 20, 21, 22 e 23 de Abril de 2016 - Ainda sem localização exacta
Castelo Branco - dias 25, 26 e 27 de Abril de 2016 - Ainda sem localização exacta
Boa!!
Lisboa, de 24 a 30 de Março
https://pt-contrainfo.espiv.net/2016/04/01/lisboa-portugal-breve-relato-...
Fantochadas de alguém que se quer manter á frente de uma Nação sem que tenha que dar satisfações ao Povo que, Não o Elegeu.
REPUDIAMOS O JULGAMENTO – FANTOCHE DOS ANARQUISTAS MÓNICA CABALLERO E FRANCISCO SOLAR QUE SE ENCONTRAM HÁ MAIS DE DOIS ANOS REFÉNS DO ESTADO ESPANHOL
Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizou-se o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Julgamento farsa, por dois motivos: porque o que perseguem é a própria liberdade, nem são culpadxs nem inocentes. Além disso, as “provas” que apresentam em tribunal não são nenhumas, xs próprixs negam a autoria dos factos de que xs acusam. O que pretendem com este julgamento – espetáculo é precisamente impôr o terrorismo de Estado.
Mónica e Francisco encontravam-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento. Agora regressaram à prisão de Villabona, Astúrias, à espera da sentença (passado um mês).
A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais a acusação pede uma condenação de 44 anos para cada um. A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.
Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.
Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações - não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns artistas com marionetes, “tiriteros”. que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.
O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas atuais lutas assim como nas futuras. Criando assim uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o ser quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.
A acusação de terrorismo, ou na sua ausência a de “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.
Fazemos um apelo à solidariedade com Mónica e Francisco, dando visibilidade à sua situação e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.
Mónica e Francisco em liberdade, já!
Anti-autoritárixs em solidariedade com Mónica e Francisco
CONCENTRAÇÃO FRENTE AO CONSULADO GERAL DE ESPANHA
5ª FEIRA 24 MARÇO 17:30
R. Salitre, 3, LISBOA
REPUDIAMOS O JULGAMENTO – FANTOCHE DOS ANARQUISTAS MÓNICA CABALLERO E FRANCISCO SOLAR QUE SE ENCONTRAM HÁ MAIS DE DOIS ANOS REFÉNS DO ESTADO ESPANHOL
Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizou-se o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Julgamento farsa, por dois motivos: porque o que perseguem é a própria liberdade, nem são culpadxs nem inocentes. Além disso, as “provas” que apresentam em tribunal não são nenhumas, xs próprixs negam a autoria dos factos de que xs acusam. O que pretendem com este julgamento – espetáculo é precisamente impôr o terrorismo de Estado.
Mónica e Francisco encontravam-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento. Agora regressaram à prisão de Villabona, Astúrias, à espera da sentença (passado um mês).
A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais a acusação pede uma condenação de 44 anos para cada um.
A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.
Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.
Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações - não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns artistas com marionetes, “tiriteros”. que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.
O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas atuais lutas assim como nas futuras. Criando assim uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o ser quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.
A acusação de terrorismo, ou na sua ausência a de “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.
Fazemos um apelo à solidariedade com Mónica e Francisco, dando visibilidade à sua situação e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.
Mónica e Francisco em liberdade, já!
Anti-autoritárixs em solidariedade com Mónica e Francisco
CONCENTRAÇÃO FRENTE AO CONSULADO GERAL DE ESPANHA
5ª FEIRA 24 MARÇO 17:30
R. Salitre, 3, LISBOA
É URGENTE!
https://pt-contrainfo.espiv.net/2016/03/20/lisboa-portugal-concentracao-...
Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizar-se-á o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Encontram-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento.
A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais o ministério público pede uma condenação de 44 anos para cada um.
A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.
Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.
Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações – não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns tiriteros que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.
O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas actuais lutas assim como nas futuras. Criando uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o parecer quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.
A acusação de terrorismo, ou a do seu “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.
Fazemos uma Chamada à solidariedade com xs companheirxs Mónica e Francisco, para se informar acerca da sua situação, dando-lhe visibilidade e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.
Mónica e Francisco em liberdade, já!
Ponhamos as nossas mentes, corações e mãos em actividade para dar um sentido à palavra Solidariedade.
https://pt-contrainfo.espiv.net/2016/03/06/pais-basco-cartazes-em-solida...
24 de Março, 17h 30 ( 5ª feira)
Frente ao Consulado-Geral de Espanha - Lisboa
R. Salitre, 3.
Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche de Mónica Caballero e Francisco Solar.
A liberdade é o crime que perseguem!
http://pt.indymedia.org/conteudo/destacada/31881
http://www.jornalmapa.pt/2016/03/16/8234/
http://www.dn.pt/sociedade/interior/manifestantes-interrompem-conferenci...
http://www.emol.com/noticias/Nacional/2016/03/10/792332/Culmina-juicio-a...
Terminou hoje o julgamento dos dois anarquistas chilenos, residentes em Espanha, acusados de colocarem um artefacto explosivo numa igreja de Zaragoza.
"Viva a anarquia, morte ao Estado" foi com estas palavras que os dois deixaram hoje a sala do Tribunal.
Francisco Solar e Mónica Caballero estão acusados de terrorismo, com base em imagens recolhidas por uma câmara que, no entanto, não os identifica, e quer um quer outro negam qualquer relação com o atentado. Mónica Caballero diz mesmo que nunca esteve em Zaragoza.
A acusação pede 44 anos de prisão. A sentença deverá ser conhecida dentro de um mês.
https://www.diagonalperiodico.net/libertades/29650-sin-imagenes-ni-testi...
"O anarquismo é a liberdade sem qualquer coacção"
Começou hoje em Madrid o julgamento de Francisco Solar y Mónica Caballero, dois anarquistas chilenos a viverem em Espanha, acusados de colocarem um pequeno artefacto explosivo, que provocou escassos danos materiais na Basílica del Pilar de Zaragoza, em Outubro de 2013 (imagem abaixo). A acusação pede a enormidade de 44 anos de prisão.
Em prisão preventiva há dois anos, quer Francisco, quer Mónica negaram hoje estar envolvidos neste incidente e refutaram a acusação de pertencerem a qualquer organização terrorista, que classificaram como contrária ao seu ideal anarquista que considera "prejudicial para o ser humano qualquer cúpula de poder", uma vez que "afecta a liberdade individual". Ambos afirmaram-se como anarquistas.
Questionado directamente sobre se era anarquista, Francisco Solar respondeu deste modo:
"Sim, sou anarquista porque entendo que é a liberdade sem qualquer coacção. Penso que a criatividade individual aparece quando não há autoridade nem ordens nem mandamentos supremos, que apenas atrofiam e degradam a conduta humana.O Estado implica subordinação e é contrário a qualquer desejo de liberdade e implica também a existência de usurários e de exploradores...."
http://www.publico.es/…/matrimonio-anarquista-chileno-acusa…
Bom dia tem algum contacto telfonico ...obrigado
Entre 2007 e 2013, 89 pessoas foram condenadas por "perturbação de funcionamento de órgão constitucional".
http://www.publico.pt/politica/noticia/quando-o-exercicio-da-democracia-...
ainda que possa concordar que seria interessante uma representação israelita, não consigo entender, primeiro, um genocídio como prespectiva, depois, a necessidade do carrasco para pensar esse acontecimento. Francamente...para que têm servido as nossas universidades? o que é a "causa" palesteniana? simpatizar?
"verdadeiros" "especialistas"?
fazemos exame?
qual é a prespectiva?
Desculpem os organizadores, mas tendo como convidados Ziyaad Yousef do Comité de Solidariedade com a Palestina e Luís Franklim, activista pela "causa" da palestina, como é que isto é um "debate"? Um debate implica várias visões sobre o mesmo assunto, no caso de um conflito, significa ouvir e dar a possibilidade aos dois lados para apresentarem argumentos. Sem historiadores, sem verdadeiros especialistas nas relações israelo-árabes, mas apenas com simpatizantes da "causa" palestiniana, isto não é um debate, é uma sessão de propaganda organizada por quem só quer saber de um lado e destinada àqueles que só querem ouvir um lado. Falta apenas os representantes do BDS (ou até não?). Se querem alguma credibilidade não basta organizarem uma sessão destas e chamar-lhe "debate". Onde está representado a perspectiva Israelita, já que a "causa" palestiniana está tão bem representada? Debate? Francamente... Isto é uma Universidade!