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  • Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche dos anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar   2 years 24 weeks ago
  • Condenação de 17 ativistas pacíficos em Angola é uma afronta à justiça   2 years 24 weeks ago

    Fantochadas de alguém que se quer manter á frente de uma Nação sem que tenha que dar satisfações ao Povo que, Não o Elegeu.

  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 26 weeks ago

    REPUDIAMOS O JULGAMENTO – FANTOCHE DOS ANARQUISTAS MÓNICA CABALLERO E FRANCISCO SOLAR QUE SE ENCONTRAM HÁ MAIS DE DOIS ANOS REFÉNS DO ESTADO ESPANHOL

    Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizou-se o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Julgamento farsa, por dois motivos: porque o que perseguem é a própria liberdade, nem são culpadxs nem inocentes. Além disso, as “provas” que apresentam em tribunal não são nenhumas, xs próprixs negam a autoria dos factos de que xs acusam. O que pretendem com este julgamento – espetáculo é precisamente impôr o terrorismo de Estado.

    Mónica e Francisco encontravam-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento. Agora regressaram à prisão de Villabona, Astúrias, à espera da sentença (passado um mês).

    A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais a acusação pede uma condenação de 44 anos para cada um. A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.

    Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.

    Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações - não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns artistas com marionetes, “tiriteros”. que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.

    O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas atuais lutas assim como nas futuras. Criando assim uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o ser quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.

    A acusação de terrorismo, ou na sua ausência a de “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.

    Fazemos um apelo à solidariedade com Mónica e Francisco, dando visibilidade à sua situação e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.

    Mónica e Francisco em liberdade, já!

    Anti-autoritárixs em solidariedade com Mónica e Francisco

    CONCENTRAÇÃO FRENTE AO CONSULADO GERAL DE ESPANHA
    5ª FEIRA 24 MARÇO 17:30
    R. Salitre, 3, LISBOA

  • Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche dos anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar   2 years 26 weeks ago

    REPUDIAMOS O JULGAMENTO – FANTOCHE DOS ANARQUISTAS MÓNICA CABALLERO E FRANCISCO SOLAR QUE SE ENCONTRAM HÁ MAIS DE DOIS ANOS REFÉNS DO ESTADO ESPANHOL

    Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizou-se o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Julgamento farsa, por dois motivos: porque o que perseguem é a própria liberdade, nem são culpadxs nem inocentes. Além disso, as “provas” que apresentam em tribunal não são nenhumas, xs próprixs negam a autoria dos factos de que xs acusam. O que pretendem com este julgamento – espetáculo é precisamente impôr o terrorismo de Estado.
    Mónica e Francisco encontravam-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento. Agora regressaram à prisão de Villabona, Astúrias, à espera da sentença (passado um mês).
    A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais a acusação pede uma condenação de 44 anos para cada um.
    A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.
    Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.
    Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações - não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns artistas com marionetes, “tiriteros”. que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.
    O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas atuais lutas assim como nas futuras. Criando assim uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o ser quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.
    A acusação de terrorismo, ou na sua ausência a de “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.
    Fazemos um apelo à solidariedade com Mónica e Francisco, dando visibilidade à sua situação e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.

    Mónica e Francisco em liberdade, já!

    Anti-autoritárixs em solidariedade com Mónica e Francisco

    CONCENTRAÇÃO FRENTE AO CONSULADO GERAL DE ESPANHA
    5ª FEIRA 24 MARÇO 17:30
    R. Salitre, 3, LISBOA

  • Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche dos anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar   2 years 26 weeks ago

    É URGENTE!

  • Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche dos anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar   2 years 26 weeks ago
  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 26 weeks ago

    Nos dias 8, 9 e 10 de Março de 2016, em Madrid, na Audiência Nacional, realizar-se-á o julgamento contra xs anarquistas Mónica Caballero e Francisco Solar. Encontram-se há mais de dois anos em prisão preventiva, à espera de julgamento.

    A acusação contra elxs são três destruições, conspiração e pertença a organização criminal com fins terroristas, pelos quais o ministério público pede uma condenação de 44 anos para cada um.

    A sua detenção foi a primeira de uma série de operativos antiterroristas na Catalunha, Madrid e Valência – operativos conhecidos com os nomes de Pandora e Piñata o que corresponde a mais de 40 pessoas acusadas de fazer parte desta organização “terrorista”.

    Desde Novembro de 2013, antes mesmo da detenção de Mónica e Francisco – num período de tensão crescente e de contestações sociais nas ruas – que se podia observar como a repressão contra aquelxs que lutam contra a opressão, anarquistas incluídxs, estava a aumentar. Neste contexto também se fizeram numerosas alterações legais para incrementar a repressão, tal foi o caso da lei da segurança cidadã, a reforma do código penal e a assinatura de um novo pacto antiterrorista.

    Para além disto, também fomos testemunha de como estas alterações se traduziram em constantes detenções, julgamentos e condenações – não só das pessoas que lutam, também das pessoas que ousam mostrar o seu descontentamento; outros processos judiciais são por coisas tão ridículas tais como meros comentários nas redes sociais ou letras de canções inclusive – corroborando isto, para se ver até onde chega a mentira, veja-se o caso duns tiriteros que acabaram na prisão por “enaltecimento do terrorismo” quando na realidade, na sua obra, criticavam a repressão aos/às anarquistas.

    O julgamento de Mónica e Francisco não é o julgamento final, trata-se antes de um início que pode constituir um precedente a repercutir-se nas actuais lutas assim como nas futuras. Criando uma organização fictícia onde todxs têm cabimento. O que parece uma burla, no sentido comum, deixa de o parecer quando cada vez mais gente enche as prisões do estado espanhol.

    A acusação de terrorismo, ou a do seu “enaltecimento”, serve como uma espécie de varinha mágica, através da qual o Estado procura fazer desaparecer as diversas formas de oposição à sua omnipresença e repressão.

    Fazemos uma Chamada à solidariedade com xs companheirxs Mónica e Francisco, para se informar acerca da sua situação, dando-lhe visibilidade e fazendo sentir a Mónica e Francisco que não estão sós perante este aparelho que lhes quer roubar a liberdade e a vida.

    Mónica e Francisco em liberdade, já!

    Ponhamos as nossas mentes, corações e mãos em actividade para dar um sentido à palavra Solidariedade.

    https://pt-contrainfo.espiv.net/2016/03/06/pais-basco-cartazes-em-solida...

  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 26 weeks ago

    24 de Março, 17h 30 ( 5ª feira)
    Frente ao Consulado-Geral de Espanha - Lisboa
    R. Salitre, 3.

    Concentração de repúdio pelo julgamento fantoche de Mónica Caballero e Francisco Solar.

    A liberdade é o crime que perseguem!

  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 26 weeks ago
  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 26 weeks ago
  • Combustível para a luta   2 years 26 weeks ago
  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 27 weeks ago

    http://www.emol.com/noticias/Nacional/2016/03/10/792332/Culmina-juicio-a...

    Terminou hoje o julgamento dos dois anarquistas chilenos, residentes em Espanha, acusados de colocarem um artefacto explosivo numa igreja de Zaragoza.
    "Viva a anarquia, morte ao Estado" foi com estas palavras que os dois deixaram hoje a sala do Tribunal.
    Francisco Solar e Mónica Caballero estão acusados de terrorismo, com base em imagens recolhidas por uma câmara que, no entanto, não os identifica, e quer um quer outro negam qualquer relação com o atentado. Mónica Caballero diz mesmo que nunca esteve em Zaragoza.
    A acusação pede 44 anos de prisão. A sentença deverá ser conhecida dentro de um mês.

  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 27 weeks ago
  • Criminalização do anarquismo no Estado Espanhol   2 years 27 weeks ago

    "O anarquismo é a liberdade sem qualquer coacção"

    Começou hoje em Madrid o julgamento de Francisco Solar y Mónica Caballero, dois anarquistas chilenos a viverem em Espanha, acusados de colocarem um pequeno artefacto explosivo, que provocou escassos danos materiais na Basílica del Pilar de Zaragoza, em Outubro de 2013 (imagem abaixo). A acusação pede a enormidade de 44 anos de prisão.

    Em prisão preventiva há dois anos, quer Francisco, quer Mónica negaram hoje estar envolvidos neste incidente e refutaram a acusação de pertencerem a qualquer organização terrorista, que classificaram como contrária ao seu ideal anarquista que considera "prejudicial para o ser humano qualquer cúpula de poder", uma vez que "afecta a liberdade individual". Ambos afirmaram-se como anarquistas.

    Questionado directamente sobre se era anarquista, Francisco Solar respondeu deste modo:

    "Sim, sou anarquista porque entendo que é a liberdade sem qualquer coacção. Penso que a criatividade individual aparece quando não há autoridade nem ordens nem mandamentos supremos, que apenas atrofiam e degradam a conduta humana.O Estado implica subordinação e é contrário a qualquer desejo de liberdade e implica também a existência de usurários e de exploradores...."

    http://www.publico.es/…/matrimonio-anarquista-chileno-acusa…

  • Nasceu a FÁBRICA DE ALTERNATIVAS   2 years 28 weeks ago

    Bom dia tem algum contacto telfonico ...obrigado

  • [JULGAMENTO ADIADO!!] Ana Nicolau em julgamento por expressar opinião   2 years 28 weeks ago

    Entre 2007 e 2013, 89 pessoas foram condenadas por "perturbação de funcionamento de órgão constitucional".

    http://www.publico.pt/politica/noticia/quando-o-exercicio-da-democracia-...

  • Debate | PALESTINA - Pensar o Médio Oriente   2 years 29 weeks ago

    ainda que possa concordar que seria interessante uma representação israelita, não consigo entender, primeiro, um genocídio como prespectiva, depois, a necessidade do carrasco para pensar esse acontecimento. Francamente...para que têm servido as nossas universidades? o que é a "causa" palesteniana? simpatizar?
    "verdadeiros" "especialistas"?
    fazemos exame?

    qual é a prespectiva?

  • Debate | PALESTINA - Pensar o Médio Oriente   2 years 29 weeks ago

    Desculpem os organizadores, mas tendo como convidados Ziyaad Yousef do Comité de Solidariedade com a Palestina e Luís Franklim, activista pela "causa" da palestina, como é que isto é um "debate"? Um debate implica várias visões sobre o mesmo assunto, no caso de um conflito, significa ouvir e dar a possibilidade aos dois lados para apresentarem argumentos. Sem historiadores, sem verdadeiros especialistas nas relações israelo-árabes, mas apenas com simpatizantes da "causa" palestiniana, isto não é um debate, é uma sessão de propaganda organizada por quem só quer saber de um lado e destinada àqueles que só querem ouvir um lado. Falta apenas os representantes do BDS (ou até não?). Se querem alguma credibilidade não basta organizarem uma sessão destas e chamar-lhe "debate". Onde está representado a perspectiva Israelita, já que a "causa" palestiniana está tão bem representada? Debate? Francamente... Isto é uma Universidade!

  • Activista vai a julgamento por exigir demissão de Passos Coelho no Parlamento   2 years 29 weeks ago

    Exigir a demissão na "casa da democracia" é fatal como o destino.
    Mesmo sendo a casa da democracia eleita pelo o povo não se pode fazer manifestações por que são contrárias as leis da democracia.
    Numa casa eleita pelo povo, os eleitores não são soberanos.
    Uma assembleia eleita o povo deixa de ter soberania sobre quem elege.
    É estranha esta democracia.

  • Trabalhadores do metro de Barcelona decidiram hoje em plenário ir para a greve nos dias 22 e 24 de Fevereiro   2 years 30 weeks ago

    Que no te engañen: "Estado y CNT, la misma mierda es".

  • Funcionários da Primark impedidos de ir à casa de banho   2 years 30 weeks ago

    uma vergonha

  • [Coimbra] Encontro de Informação Alternativa (25 e 26 fev.)   2 years 30 weeks ago

    ESTÁ NA HORA DE CRIAR UMA RÁDIO ALTERNATIVA AS PIMBAS/OFICIAIS E COMERCIAIS

  • O racismo de Slavoj Žižek   2 years 31 weeks ago

    Por um mundo sem fronteiras. Sem deus nem mestre . o islão é autoritário é mesmo, os perigos da direita radical cristã estão a par da direita radical islamica. a ideia de supremacia arabe é uma realidade, as organizações islamicas de extrema direita têm influência sobre muitos dos refugiados, é mesmo verdade, se a esquerda for incapaz de compreender que existe uma ameaça deixa o campo aberto aos racistas. é ingnorância achar que pessoas que foram manipuladas por sistemas de ensino religioso islamico não vão trazer nada para a europa, o ultra patriarcado a aceitação da escravidão a violência contra as mulheres a ideia de supremacia islamica, tudo isso tem que ser entendido, estudado, a todos os humanistas democratas anarquistas comunistas etc... tem que se por a estudar um pouco da cultura das pessoas que estão a fugir para europa, todos nós somos veiculos de tradições cultura e preconceitos é necessário consciência e vontade critica.
    Sob perigo de não o fazer, os mecanismos do genocidio estão já em marcha e as pombas da aceitação gratuita serão ridicularizadas pela história.

    Abram-se os braços e as fronteiras, mas atenção! sem perceber as pessoas seremos marionetas de forças que por preguiça não ousamos entender.

  • Um em cada seis jovens acha normal forçar relações sexuais   2 years 31 weeks ago

    VEM AI MAIS UMA LEI PELA MAO DAS GAJAS DA UMAR

  • O racismo de Slavoj Žižek   2 years 31 weeks ago

    Li o texto original, não o excertos que são colocados aleatoriamente aqui, e não vejo em nenhum momento qualquer tipo de enaltecimento do capitalismo, seja ela de que tipo, assim como qualquer tipo de racismo explícito (se considerarmos que criticar uma atitude misógena alegadamente cometida por pessoas provenientes do Norte de África e do Médio Oriente não é por si só racista). E é interessante a análise que faz da violência das chamadas "classes baixas", que de facto existe, e que tem o seu fundamento principalmente no facto de serem essas as classes que mais expostas estão à violência e à exploração do dia-a-dia, ou seja, que uma sociedade violenta reproduz a violência. Da mesma forma ele afirma que o próprio capitalismo reproduz a violência. Se enaltece, ou parece fazê-lo, o modo vida ocidental, não é algo que esteja explícito, talvez seja necessário compreender um pouco melhor o pensamento do autor para poder criticá-lo.