E se fôssemos violentas?

Data: 
Sat, 09/09/2017 - 18:30
Local: 
Centro Social A Comuna - Verea do Polvorín 35 - Corunha

Sofremos violências machistas, vivemos situaçons de abuso físico, verbal, psicológico e económico. Descobrimos cada dia novo casos perto o longe de nós: na família, entre as amizades, no entorno do estudo, da militância política, do emprego: ningum âmbito da nossa vida fica isente. Esperamos justiça, esperamos ser consideradas pessoas e, como tais, com direito a umha vida livre de medo e opressons. Esperamos umha resposta firme de rejeiçom da violência, más esta resposta, quando chega, é superficial ou, com mais frequência, torna-se umha arma contra nós.

Acumulamos raiva e frustraçom, experimentamos na nossa pel impotência furiosa nas respostas escassas ou nulas que as leis prevêem para punir estes crimes.

Como podemos canalizar esta raiva e impotência? Alguem tem umha ideia melhor, além das protestas verbais? Pide-nos comprensom, paciência, confiança nas instituçons, mas cada dia todo se revela umha mácabra farsa.

“O feminismo nunca matou a ninguém”. “Somos melhores dos agressores porque nom respondemos com a mesma moeda”.
O pacifismo ajudou e ajuda as feministas? Que aconteceria se o feminismo incluísse a resposta agressivas aos abusos entre as sua armas políticas?

A Revirada quer abrir um diálogo sobre esta questom e gostaria de escutar todas as opinions possíveis, partindo dumha única premissa: considerar a possibilidade da violência como resposta.

-De que estamos a falar quando falamos de violência como resposta?
-Quais as consequências legais, pessoais, políticas, sociais?

Estades todas convidadas no dia 9 de setembro às 18.30 no Centro Social A Comuna, Vereda do Polvorin 35, A Corunha.

evento: https://www.facebook.com/events/1108254109276438/