Combustível para a luta

A "(renovada) corrida ao ouro negro" aponta, entre outros destinos, para Portugal. A contestação, apesar de aparentemente silenciosa para quem se informe através dos meios de comunicação tradicionais, não tem parado de se manifestar e crescer. O Jornal Mapa publicou uma infografia bastante incompleta que o prova. E, por estes dias, o modelo energético da indústria dos combustíveis fósseis foi colocado em causa em Faro e numa acção relâmpago contra um encontro de empresas ligadas à exploração energética, na ‪‎Gulbenkian‬. Aqui, a contestação ao modelo industrial de exploração de recursos alargou-se aos biocombustíveis. Como consequência imediata da acção, oito pessoas foram identificadas por “manifestação não autorizada”. (foto da identificação)

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