Repressão e protestos na prisão do Linhó
Nos últimos dias, cerca de 400 reclusos do estabelecimento prisional do Linhó (Sintra) iniciaram uma greve de fome, assim como outras formas de protesto, contra a degradação do ambiente vivido nesta prisão, que teve o seu clímax em vários espancamentos (1 e 2) de presos e na “estranha” morte de um detido no dia 16 de Janeiro.
Na noite de 18 de Janeiro, o Grupo de Intervenção dos Serviços Prisionais entrou na prisão do Linhó para atacar as greves de fome e ao trabalho apoiadas e praticadas de forma generalizada pelos reclusos, tendo usado a força de forma intimidatória e recolhido cerca de uma dezena de reclusos, todos ou quase todos negros, para os transferir para a mal afamada cadeia de Monsanto. Pelo menos num caso, os familiares foram informados pela Direcção Geral, a que telefonaram a saber notícias, de que a transferência do recluso teria sido “por engano”.
O Estado não cumpre a sua própria lei e sempre foi mestre na violação das regras que cria. No caso das prisões, basta uma vista de olhos pelo observatório das prisões da ACED para verificarmos a violação sistemática dos direitos dos presos. Greves de fome, greves de trabalho, cartas e comunicados contestando e resistindo a esta situação fazem parte do quotidiano dos detidos. Entretanto, a contestação parece ter saltado os muros das prisões.


Comentários
Cortaram a tvcabo foi?!
Cortaram a tvcabo foi?!
Obrigado pelo aviso rápido e
Obrigado pelo aviso rápido e desculpa pelo lapso, está actualizado! abraco
E que tal referirem a fonte
E que tal referirem a fonte da informação:
http://redelibertaria.blogspot.com
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