A doença enquanto negócio
“Para promover as suas drogas patenteadas e vacinas contra a gripe, os laboratórios farmacêuticos influenciaram os cientistas e as agências oficiais (...) no sentido de alarmarem os governos do mundo inteiro, levando-os a esbanjar escassos recursos de saúde para promover estratégias de vacinação ineficazes e expondo desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis aos eventuais efeitos secundários de vacinas insuficientemente testadas".
A seguinte frase não foi proferida por nenhum bloguer, parte de um qualquer grupo obcecado por teorias de conspiração. É parte de uma moção de 14 parlamentares do Conselho da Europa (CE), intitulada A pandemia forjada – uma ameaça para a saúde.
Tais declarações apenas vêm confirmar a falta de transparência do processo Gripe-A. Fruto das contradições ecológicas do sistema de produção animal, a pandemia A(H1-N1) encheu páginas de jornais e ocupou horas do prime time televisivo. O estado iniciou uma campanha de higiene social, aconselhando as pessoas a permanecerem em casa, caso espirrassem, tossissem e apresentassem sintomas de gripe. Sem nunca esquecer a lavagem das mãos. Empresários e investidores entraram em pânico, criaram planos de contingência (nalguns casos, foi pensada a imposição de teletrabalho) e reivindicaram ajuda de custos por parte do estado.
No final, constatou-se que a corrida em massa aos hospitais nunca aconteceu, que as mortes por gripe A não foram superiores às mortes por gripe normal, que muitas pessoas – algumas das quais médicas – recusaram ser vacinadas. Tal não impediu que se gastassem milhões de euros (dinheiro público) em astronómicas encomendas de vacinas. No final, alguém ganhou aquilo que outrem perdeu.


Comentários
gripe A
só não viu que isto era tudo uma aldrabice quem não quis!
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