RTP. Membro da direcção de informação acompanhou PSP durante o visionamento

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Retirado de
http://www.ionline.pt/portugal/imagens-protestos-foram-visionadas-nas-in...

Não se sabe quem é que se dirigiu à estação de serviço público para ver as imagens mas foi “um elemento da direcção de informação da RTP que os acompanhou”

A demissão de Nuno Santos do cargo de director de informação da RTP abriu uma polémica entre a estação pública, a PSP e o governo. O ministro da Administração Interna ordenou ontem à PSP uma “averiguação exaustiva” ao caso das imagens que supostamente terão sido visionadas pela polícia. Miguel Relvas, que tem a pasta da comunicação social, concorda com a abertura de um inquérito na televisão pública sobre o acesso a imagens em bruto por parte da PSP e a redacção reuniu ontem em plenário para debater uma moção “de descontentamento pela politização que está a ser feita pela comissão de trabalhadores (CT) da estação”.

O caso não está esclarecido e a comissão de trabalhadores da RTP revelou ontem que, um dia depois da manifestação em frente à Assembleia da República, foi permitido o visionamento de imagens – emitidas e não emitidas – nas instalações da RTP. “Entraram e foi um elemento da direcção de informação que andou com eles, mas não sabemos quem são”, contou ao i Camilo Azevedo, presidente da CT . Em causa está um pedido feito pela PSP à estação pública para ter acesso às imagens recolhidas durante a manifestação, no dia da greve geral. Um pedido que a polícia não assume, afirmando apenas que “não possui, nem nunca teve na sua posse, quaisquer imagens dos operadores televisivos que não sejam as emitidas pelos diversos canais dessas televisões”. Um pedido semelhante chegou ontem à TVI, com José Alberto Carvalho a explicar ontem, em directo, que a televisão privada só cede as “que foram emitidas nas nossas estações. Qualquer outra imagem, não editada, é considerada material de trabalho dos jornalistas, está abrangida por sigilo profissional e a TVI não as divulga. Se entendemos que uma determinada imagem não serve um propósito jornalístico, então não interessa para qualquer outro fim. As imagens são captadas em contexto jornalístico e só devem ser utilizadas para trabalho jornalístico”.

Inquérito A administração da RTP decidiu entretanto instaurar um inquérito interno e emitiu na noite de quarta-feira um comunicado acusando os “responsáveis da direcção de informação” de terem facultado a “elementos estranhos à empresa (...) imagens dos incidentes”. No documento, a administração presidida por Alberto da Ponte refere que “não foi consultado ou sequer informado, sobre qualquer pedido, nem sobre a presença de elementos estranhos à empresa, dentro das suas instalações”. Miguel Relvas, ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, afirmou ontem que concorda com o inquérito e aguarda os resultados. O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, quer mesmo que a “averiguação exaustiva” pedida à direcção da PSP seja feita com “carácter de urgência”.

Demissão O caso já levou Nuno Santos a pedir a demissão na noite de quarta-feira. Em comunicado, o director demissionário de informação explicou que manteve “contactos informais” com o conselho de redacção e com a CT, tendo prestado “todos os esclarecimentos” que lhe foram pedidos sobre “uma hipotética entrega a entidades externas à RTP de imagens não exibidas dos incidentes em frente ao parlamento”.

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