A destruição do Estuário do Mira (Vila Nova de Milfontes)

A destruição do estuário do Mira teve luz verde. Foi aprovado, após anos de sucessivos chumbos que remontam a 1988, o resort Vila Formosa, na margem oposta de Vila Nova de Milfontes. Em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano, nada travou a estratégia nacional de sermos nada mais do que um País Resort.

A costa alentejana tem vindo a ser trilhada na destruição dos seus valores naturais, comprometendo a troco do desenvolvimento imobiliário, a base do seu futuro: seja pela entrega da escassez dos recursos hidrológicos ao golfe; seja pelo resgate das possibilidades agrícolas e variadas de um território e das suas gentes à dependência de uma industria turística de escala maciça. Exclusiva dos grandes grupos imobiliários e inibidora das pequenas iniciativas de escala local. Troia; Comporta; Costa Terra e Herdade do Pinheirinho em Melides e num salto por cima da industria de Sines, a “nova” Vila Nova de Milfontes na outra margem do Rio Mira: o empreendimento de Vila Formosa.

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