Dívida portuguesa foi a que deu maior retorno aos investidores na Europa

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Um ranking elaborado pela Bloomberg revela que o investimento em obrigações portuguesas proporcionou aos investidores um retorno de 57%.

A 28 de Dezembro de 2012, o retorno obtido com o investimento naqueles títulos era o mais alto, comparado com o proveniente de obrigações de outros países europeus, o mais alto desde 1994, refere o ranking elaborado pela Bloomberg em conjunto com a European Federation of Financial Analysts Societies.

Em resposta a isto, um texto de Raquel Varela que demonstra que a visão sobre a dívida já não está na sua renegociação, mas sim nas sua anulação:

Não há Legitimidade em Defender a Renegociação da Dívida. Ela deve ser Suspensa.

4 de Janeiro de 2013 por Raquel Varela

A Dívida de Portugal rendeu 57% a quem nela investiu em 2012. Depois de tudo o que foi publicado em Portugal nos últimos 2 anos, do que conhecemos sobre os gastos sociais do Estado, do que sabemos sobre o mecanismo de funcionamento da dívida, não há qualquer legitimidade em continuar a defender a renegociação da dívida. Ela é uma renda privada de alta rentabilidade porque baseada na transferência de salários para a carteira dos investidores. A “dívida pública” deve ser pura e simplesmente suspensa, os depósitos ou certificados de aforro de nível médio assegurados e todos os bancos colocados sobre controle público. Não há nenhuma lei natural que diga que um povo tem que assegurar as perdas da banca que é todos os dias sustentada por si, garantindo que os dividendos só são distribuídos aos accionistas. Tudo o resto que se diga ou faça, incluindo a renegociação da dívida, adia a resolução da questão. E adiar a questão é garantir que a cada minuto, todos os dias, por este mecanismo, é roubado, assim mesmo, roubado, o salário do trabalhador industrial, do médico, do professor, do funcionário público, do pequeno comerciante local, do produtor de leite…, a cada minuto que passa, rolam os 57%, o número mágico que a cada minuto tira a vida a quem está no desemprego.

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