CGTP também 'grita' 'Que se lixe a troika'

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A acção de protesto marcada pelo movimento ‘Que se lixe a troika! O Povo é quem mais ordena’, para 2 de Março, vai contar com a presença da CGTP. Para Arménio Carlos “a hora é de unidade”. A preocupação no Governo com o fenómeno já chamado de ‘Grandolada’ parece estar a aumentar e a ‘união’ de forças assumida agora pelo líder sindical não ajuda, de acordo com o jornal Sol.

A CGTP vai juntar-se à manifestação de dia 2 de Março promovida pelo movimento ‘Que se lixe a troika! O Povo é quem mais ordena’, cujas vozes não se cansaram, nos últimos dias, de ‘presentear’ o Governo com um ‘Grândola Vila Morena’ aqui, outro ali.

Questionado pelo Sol sobre o motivo de a CGTP se unir a um movimento que tem sido alvo de críticas e acusações de radicalismo, Arménio Carlos respondeu que “a hora é de unir” e que “os problemas dos trabalhadores justificam que todos contribuam para travar as políticas que estão a fazer tão mal ao País”.
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Já João Proença, líder da UGT, fez saber que não marcará presença em qualquer manifestação deste movimento, frisando que não admite os insultos que foram feitos nas acções de interrupção de governantes nos últimos dias. Falando em específico sobre o que aconteceu no ISCTE com o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, o responsável sindical disse: “Foi muito mau. Protestar nestes termos é ilegítimo. Ir por esta via enfraquece a democracia”.

As autoridades já estão a preparar-se para o dia da manifestação, 2 de Março, até porque os últimos episódios de marcada contestação têm deixado a polícia em alerta e o Governo preocupado, ou, no mínimo, constrangido. Ao Sol, fontes policiais admitiram mesmo a infiltração de agentes em grupos considerados radicais. O grau de ameaça para o protesto de 2 de Março é o mesmo da última Greve Geral que acabou em carga policial frente ao Parlamento.

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