[Galiza] O fim do Apartheid

Petição

Na casa em que nasci, citando Rosalia, dizem irmao e galega. Na tua, no entanto, dizem irmán e ghalegha. Uns falam de corisco e de barruçar, outros de pedraço e de poalhar. A tradição académica, sobre estas diferenças, construiu imensos catálogos, o grande edifício da dialetologia, com tantos praticantes. O furor em defesa da variedade é uma constante da filologia galega e um dos poucos legados etnográficos reconhecidos entre a população que, mesmo subestimando o seu património linguístico, surpreenderia a falantes doutras línguas com maior tradição normativa por valorar tanto as variantes. Diversidade é riqueza, parece ser o slogan. “Nós não falamos assim”, “não falamos como os da TVG”, “não falamos como os da costa, ou como os da chaira”.

Todo esse respeito pela variação desaparece assim que se fixa por escrito. Como se fosse impossível perceber um texto se não estivesse escrito como estudámos no Instituto, na época em que as pessoas se afizeram a introduzir os computadores nas suas vidas, a gerir os seus pagamentos pela internet, a socializar os seus afetos através das redes sociais, no imaginário coletivo isso que se chama o/a falante continua a ser visualizado como uma pessoa com escassa formação, que se assusta por um ç e deixa de ler um texto se não está grafado tal como aprendeu nas aulas. Referentes políticos e intelectuais apresentam como impossível repartir folhas informativas à saída da Citroën se não estão redigidas segundo a mesma tradição gráfica do espanhol, embora usem um léxico requintado, que conjunta sisudos conceitos políticos com uma seleta escolha de termos populares com sabor local. O professorado assegura as crianças não poderem ler Harry Potter em português, mas não vê assim tão problemático que esse mesmo alunado entenda um texto de Otero Pedraio que, até agora, ninguém leu sem dicionário à mão –ou á man.

Indo para o caso do espanhol, Juan Ramón Jiménez escrevia elejía e escelentísimo; Gabriel García Márquez propunha uma simplificação ortográfica sustentada em que ninguém confundiria revólver com revolver nem entenderia porque burro se escreve com b e vaca com v, visto que das duas letras levadas para a América pelos avós espanhóis, sempre sobra uma. Ambos escritores conseguiram o Prémio Nobel. Porém, na literatura galega não há de ter um Nobel nenhum dissidente. Isso está assegurado. Qualquer dissidente antes será emudecido, silenciado e colocado fora do sistema literário.

As editoras galegas profissionais não publicam fora da normativa em vigor, qualificada de oficial. Contra toda a lógica e contra os seus interesses – chegarem ao maior público possível ou, mesmo, visibilizarem movimentos diversos dentro do panorama cultural – condenam ao ostracismo a quem ousar optar pelo ç e pelo nh: constroem assim uma mitologia de letras malditas. Igualmente, os prémios literários excluem aqueles textos que não obedeçam fielmente os ditados da Academia. É possível concorrer com erros, gralhas ou espanholismos – esses podem corrigir-se num tratamento posterior do texto; o pecado é usar as letras malditas. Nas palestras cantam-se as literaturas de tradição oral, que nunca foram escritas, e um furor antiacadémico e democrático ocupa as aulas um instante; furor que se esvaece no momento em que alguém usa um nh. A liberdade é para os indígenas doutras tribos; nesta tudo fica sob controlo. Nos júris literários utiliza-se o critério do “bem escrito” num sentido escolar, isto é, como acompassado a uma normativa ortográfica, não no sentido de criativamente evocador. Valora-se, antes de mais, conformar-se, obedecer. Com efeito, quem escreve noutra tradição gráfica não está a cometer uma gralha; simplesmente adequa-se a um padrão diferente mas, curiosamente, as autoridades perdoariam o erro, o despiste ou a ignorância; o que não perdoam é que se explique a história da língua doutra maneira, mesmo se essa outra maneira é apenas um bocado diferente. Dizer que os reis da Castela medieval escreviam poemas em galego-português está bem. Dizer que hoje escrevemos poemas em galego-português está mal. Hoje o galego-português já não existe. Hoje até nem é patriótico: vivam os estados e as suas fronteiras mas sejamos apolíticos ao transmitirmos linguística! Pode-se dizer ghallegho e corisco; não se pode dizer nem faço ideia disso, mas non me dou de conta.

Ser preto é não poder subir ao autocarro dos brancos. Seguramente é também estar condenado a um estilo de vida, a uma economia, a uma peculiar maneira de habitar a existência que os não-pretos desenharam previamente e no seu benefício. Mas deixemos a instantânea lá: no momento em que Rosa Parks, esgotada, não pode ocupar a cadeira livre no autocarro pela sua cor de pele. Importa é esse relato minúsculo, onde se agiganta o ridículo da discriminação. Ser reintegracionista é hoje na Galiza não poder subir ao autocarro da literatura galega. Seguramente implica mais causas, algumas delas esgrimidas com orgulho pelo movimento do NH: ter uma conceção determinada da língua e das suas possibilidades, ter um posicionamento político, demonstrar um tipo de rebeldia. Mas também é não poder ocupar o assento reservado a outrem.

Dizem que o pessoal não nos lê porque não nos entende. Mas sim entende Otero Pedraio ou Méndez Ferrín, excelentes escritores com elencos léxicos imensos. Os hispanofalantes encontram em El amor en los tiempos del cólera uma frase de Fermina Daza: “Más es la bulla”. Poderia-se desafiar o professorado de literatura espanhola a explicar amanhã à sua turma o que significa essa frase. Em caso de não poderem, deveriam concluir que a mensagem literária não deixa de circular quando a língua propõe dificuldades; ao contrário, a literatura serve para estender a língua, para a expandir até ao infinito. Não é um problema de inteligibilidade. É, com efeito, um problema político, relativo aos limites da nação e ao seu relacionamento com o estado. Mas, sobretudo, está a ser, cá e agora, um problema ético.

O reintegracionismo desafia. A partir desse desafio instalou-se uma lógica de guerra. O inimigo de guerra não pertence à nossa tribo e, portanto, podemos fazer o que quisermos com o seu corpo: mutilá-lo, vexá-lo, bater nele, sacrificá-lo ou arrancar-lhe o coração e atirá-lo ao lume. Mas, quando se instaura uma lógica sustentada na ética, as pessoas empatizam com o inimigo de guerra e não consentem com a sua humilhação. Em vez de massacrarem os inimigos duma guerra de grafias que está a enfrentar os defensores duma mesma língua ameaçada – não se esqueça esse dado –, as pessoas que, no seu legítimo direito, decidiram escrever em ILGA, deveriam solicitar uma cessação de hostilidades. Por ética.

Uma pedagoga norte-americana, Jane Elliot, concebeu um experimento contra a segregação racial em 1968, quando o discurso herdado de Martin Luther King tentava combater o ódio e instaurar os direitos civis. Dividiu uma turma de primária segundo um critério algo esquisito: a cor de olhos. Convenceu as crianças de que ter olhos azuis era sinónimo de inteligência e bondade, e ter olhos castanhos de apatia e atraso académico. Passados uns dias, repetiu o experimento a mudar os valores associados a cada cor de olhos. O curioso é que, em cada caso, as crianças assumiam até ao final a dramatização: se a professora afirmar que ter uma determinada cor de olhos faz com que alguém se comporte de inepto, esse alguém comporta-se como um inepto. São profecias auto-cumpridas. Se nesta sociedade os reintegracionistas são punidos, se se insiste em que somos as margens, é provável que acabemos por nos comportar como margens, de maneira que a sociedade inteira perderá a energia em defesa da língua que o reintegracionismo pode achegar numa época de feroz assédio ao galego. Os e as reintegracionistas somos estigmatizados como minoria (por acaso não é todo o galego minoritário cá e agora?), como lusófilos (por acaso seria melhor ser hispanófilo ou anglófilo?), como sectários (por acaso não somos parte dum movimento em favor da abertura?). Mas os e as reintegracionistas estamos a sofrer discriminação e isso é algo que os não reintegracionistas – tantas pessoas que usam a língua galega sem serem parte das suas elites e, portanto, sem capacidade de decidirem nada nesta guerra – não podem nem devem consentir.

Quem escreve hoje em galego, segundo uma tradição normativa diferente da preconizada pelas instituições – não vamos argumentar sobre se é mais antiga, mais potente ou filologicamente melhor fundamentada; não agora – simplesmente não pode concorrer a prémios, não recebe a atenção da crítica, não sai na foto. Quem escreve hoje em galego reintegracionista não existe. Este apagamento é injusto. É um castigo desproporcionado – qual foi a falta? Juan Ramón Jiménez, na Espanha franquista, escreveu intelijencia e obteve um Nobel. Gabriel García Márquez propus assinar um tratado de limites entre g e j e obteve um Nobel. Ricardo Darín exclama no ecrã: Sós un boludo... E todos os espanhóis, que não falam assim, percebem... e não se atrevem a dizer que isso não é espanhol.

O reintegracionismo jogou o seu papel nas margens mas não pode continuar lá. Os de olhos castanhos somos diferentes dos de olhos azuis. Como os homossexuais. Como as minorias étnicas. Como as mulheres. Como todos os inimigos de todas as guerras. O reintegracionismo faz parte da cultura em língua galega. E nesta altura está a reclamar que alguém dê um passo para a frente. As grandes editoras (Xerais e Galaxia à cabeça), os movimentos sociais em defesa da língua (Queremos galego, a Mesa pola Normalización Lingüística), as associações que zelam por uma cultura ameaçada (as de escritor@s, de editor@s, de livreir@s) devem dar-nos entrada. Urgentemente. Para a Rosa Parks ocupar a cadeira vazia, a da vergonha.

ASSINAM (14/09; 10 h):

1. Aarón López Pereiro, estudante
2. Abel Figueiredo, informático
3. Abraám Alonso Pinheiro
4. Adela Figueroa Panisse
5. Adrei Quintiá Pastrana
6. Adriam Fernándes
7. Adrián Acción
8. Adrián López
9. Adrián López, profesor
10. Adrián Magro
11. Adrián Montero, trabalhador autónomo
12. Adrião Morão
13. Afonso F. Conde, labrego
14. Afonso Mendes Souto, filólogo
15. Afonso Pena Barreiro, professor
16. Afonso Ribas Fraga
17. Agostinho Jorge Guedes de Magalhães
18. Agustín Barreiro Cancelas, mestre
19. Ainara Díaz Geada
20. Alba Madrid Jordán, estudante de Criminoloxía
21. Alba María Rodríguez, música
22. Alba Sánchez, estudante
23. Alberte Campos Paz
24. Alberte Momán, escritor
25. Alberte Román
26. Alberte Santos, consultor de comunicación e escritor
27. Alberto Augusto Miranda, músico
28. Alberto Galego, camareiro
29. Alberto Paz Félix, estudante
30. Alejandro Dayán-Fernández, gerente de projetos de traduçom
31. Alejandro Ferreiro Barreiro
32. Alejandro J. Pérez, desempregado
33. Alejandro López Vila
34. Alejandro Martínez
35. Alejandro Pardo Rodríguez
36. Alejandro Rodríguez, estudante e futuro engenheiro
37. Alejandro Varela, estudante
38. Ales Raposo, fotógrafo
39. Alex Vásques Rei
40. Alex Vieira
41. Alexandra Torres Pazos
42. Alexandre Banhos
43. Alexandre Brea Rodríguez, escritor
44. Alexandre Fernández Ramos, filólogo
45. Alexandre Garrido López, estudante
46. Alexandre López Romero, mozo almacén
47. Alexandre Rios Batista
48. Alexandre Sanmartín Costa
49. Alexandre Teixeira Mendes, jornalista
50. Alexo López Alvarez
51. Alfonso Álvarez Cáccamo, escritor
52. Alfonso Barata
53. Alfonso Díaz Andrés, professor
54. Alfonso Eiré, escritor e xornalista
55. Alfonso Láuzara
56. Alfonso Rodríguez Rodríguez
57. Alfonso Zarauza, cineasta
58. Alfredo Edreira, M. Artesáns
59. Alfredo Ferreiro Salgueiro, escritor e consultor tecno-cultural
60. Alice Alonso Crespo
61. Alicia Rodríguez González
62. Alva Pico
63. Alvaro J. Vidal Bouzon, professor
64. Álvaro Lopes Passeira
65. Alvaro Rodriguez
66. Amanda Cerqueira Álvarez
67. Amanda Rei Castro, estudante
68. Amaro Saco Beiroa
69. Ana Alvarez Moreno
70. Ana Belén Martínez Delgado
71. Ana Bernádez
72. Ana Corbelle Cacabelos
73. Ana de Vilatuxe, artesá
74. Ana Flores Solares
75. Ana González, profesora
76. Ana Isabel Crespo Pardo
77. Ana Miranda
78. Ana Noguerol Fernández, estudante
79. Ana Pontón
80. Ana Porrua Lago
81. Ana Rita Cunha
82. Ana Varela, estudante
83. Ana Veira García
84. Anabel Figueira Castro, estudante
85. André Outeiro Garcia
86. André Pena Granha
87. André Pinto Teixeira, tradutor
88. André Seoane Antelo
89. André Taboada Casteleiro, tradutor
90. André Vidal Capón, estudante
91. Andrea López Alvarez
92. Andrea Nunes Brións, poeta e profesora
93. Andrea Rico Adega
94. Andrei Quintiá Pastrana
95. Andrés del Valle Souto
96. Andrés Diz
97. Andrés Vieites Pérez
98. Ángela Vidal Triñanes
99. Ângelo Cristóvão
100. Ângelo Merayo, professor
101. Aniceto Pinilla Nunes, funcionário.
102. Anjos Barreiro, mestra
103. Antía Balseiro
104. Antia Cortiças Leira, docente.
105. Antom F. Adám
106. Antom Fente Parada
107. Antom Laia
108. Antom Marcal Carracedo
109. Antom Meilán García
110. Antón Álvarez Sanz, empregado público
111. Antón Castro Ferreiro
112. Antón Gómez-Reino Varela (Tone)
113. Antón Lado
114. Antón Lopo, escritor
115. Antón Reixa, artista e empresario cultural
116. Antón Robledo Peres
117. Antón Romero Ces
118. Antón Somoza
119. Antón Tenreiro Ferreiro, comercial
120. Antonio Andina Penabad Informático
121. Antonio C. Parada
122. António Garrochinho
123. António Gil Hernández, ex-docente
124. Antonio M. Fraga, escritor
125. Anxela González Martínez
126. Anxela Martínez Cortizas, profesora
127. Anxo Cendal
128. Anxo Otero Montero, profesor precarizado
129. Ariana Álvarez
130. Armando Ribadulha, emigrante em Noruega
131. Artur Alonso
132. Arturo Casas Vales, prof. da USC
133. Arturo de Nieves Gutiérrez de Rubalcava
134. Asun Blanco
135. Augusto Fontám Garcia
136. Aurora Marco, escritora
137. Aurora Tasende Pombo
138. Axóuxere Editora
139. Bárbara Martínez Andrés
140. Bárbara Veiras
141. Beatriz Corredoira García, educadora
142. Beatriz Fernández, professora
143. Beatriz Guiance Rostro, filóloga, xornalista, escritora
144. Beatriz L. Dorado, escritora
145. Beatriz Lousada
146. Beatriz Martínez Alonso
147. Begoña de Bernardo Miño
148. Begoña Paz, escritora
149. Belém Grandal
150. Belém Tajes
151. Belén Alonso, analista laboratório
152. Belén Fontal
153. Benjamín Míguez Novoa
154. Bernardo Marques
155. Bernardo Penabade Rei
156. Betania Cabo
157. Bieito Fontam
158. Bletxu Valeiras, reformado
159. Brais Freire
160. Brais Iglesias Fernández
161. Brais Prieto Moure, estudante
162. Brais Rodríguez Álvarez
163. Bráulio Amaro, profesor
164. Bruno Vilela López, trabalhador florestal
165. Camilo Nogueira Román
166. Cari Camarero
167. Carla Carbatti
168. Carla Catarina Gómez Carballo, estudante
169. Carla Guevara,
170. Carla Trabadelo Fernández
171. Carlos Álvarez Ramos, estudante
172. Carlos Barros González
173. Carlos Bello, professor
174. Carlos Callón
175. Carlos Clara Gomes, cantautor e dramaturgo
176. Carlos Da Aira, programador e poeta
177. Carlos Durão, escritor
178. Carlos Enjamio Carreira. Traballador do metal
179. Carlos F. Velasco Souto, professor
180. Carlos García Vieito
181. Carlos Gomez Perez, Moya
182. Carlos Labraña, dramaturgo
183. Carlos Morais
184. Carlos Neira Suárez
185. Carlos Ngundi Comesaña, designer
186. Carlos Quiroga, escritor
187. Carlos Rafael Ramos
188. Carlos Taibo, escritor
189. Carlos Valcárcel, professor
190. Carlos-Caetano Biscainho-Fernandes, docente da UDC
191. Carme Adán
192. Carme Carral Corbacho
193. Carme Cociña Cociña
194. Carme Saborido
195. Carmen Carpintero
196. Carmen Rego
197. Carmen Rodríguez
198. Cathryn Teasley, professora
199. Catonio Rodríguez Rivera, Mestre
200. Cecilia Garza González
201. Cecília Novas Garrido
202. Celia Recarey, tradutora e editora
203. Celso López Pazos, crítico de cinema e profesor
204. Celtia Rey Brandón
205. César Caramês
206. César F. Pérez
207. César Morán, professor e músico
208. César Varela García
209. Cesáreo Sánchez Iglesias, poeta
210. Chema Naya Vila, estudante
211. Chrys Chrystello, escritor, jornalista, tradutor
212. Chus Láuzara
213. Cibrán Tenreiro Uzal
214. Cilha Lourenço Módia, professora
215. Clara Alvarez
216. Cláudio López Garrido
217. Concepcion Diaz Candan
218. Concepción González Otero, docente
219. Concha Rousia, psicoterapeuta e escritora
220. Constantino Rábade Castinheira, escritor
221. Consuelo Vercher, professora
222. Cosme Ferreiro, técnico automotriz emigrado na Alemanha
223. Crisanto Veiguela Martins, engenheiro
224. Cristina Alonso Salgado
225. Cristina E. Amoedo
226. Cristina Fradeira
227. Cristina Lestegás Pérez, docente e activista
228. Cruz Martínez, poeta
229. Dani Salgado, encenador
230. Daniel Alexandre Martínez Ces
231. Daniel Amarelo Montero
232. Daniel Calvo Rodríguez
233. Daniel González Palau
234. Daniel Rio (Caxigueiro), artista plástico
235. Daniel Vasques Ribeira
236. Daniel Vilela
237. Darío Portela Núnez, xardineiro
238. David Font Rodrigues
239. David Romero Chouza
240. David Soto
241. David Vila
242. Davide Leura Caparrós, músico
243. Deborah Torres
244. Delmar Domingos de Carvalho, escritor
245. Denis Vicente Rodríguez
246. Diana de Dios López, docente
247. Diana Guedes Ribeiro
248. Diego Ameixeiras, escritor
249. Diego Fernández, economista e broker
250. Dionísio Pereira, escritor
251. Dolores Elena Durán Rodríguez
252. Domingo Rodríguez
253. Domingo Rodríguez Figueira
254. Dores Fernández Abel, profesora
255. Dores Lobato
256. Dores Tembrás, escritora
257. Eduarda Barata, estudante Doutoramento (Portugal)
258. Eduardo Estévez, escritor
259. Eduardo Lorente Andrade, radialista A kalimera
260. Eduardo Sanches Maragoto, professor EOI
261. Elena Eijo Río, investigadora e docente
262. Eli Rios, escritora
263. Elias J. Torres Feijó, professor da USC
264. Elias Lleó Pérez-Abadín, estudante e músico
265. Elisa Pérez Vázquez, persoa co re-integracionismo.
266. Eliseu Mera, músico
267. Elvira Moroño Suárez
268. Elvira Riveiro, escritora e desempregada
269. Elvira Souto
270. Emílio V. Lage
271. Emma Pedreira, escritora
272. Encarna Otero, historiadora
273. Enrique Alvarez Garcia
274. Enrique Parcero Rodríguez, traballador da Xunta de Galiza
275. Eric Dusewoir, informático
276. Ernesto Espinha Calo
277. Ernesto Vazquez Souza
278. Esteban Brea Castro, estudante
279. Estela de Amorim Ouriques
280. Esther Cora, estudante universitária e professora de canto
281. Esther Martínez
282. Eugénio Outeiro
283. Eva Gómez Muradás, tecnico comercial
284. Eva Piñeiro Nunes
285. Eva Rodríguez González
286. Eva Veiga
287. Eva Xanim, escritora
288. Eva Yusti Campo
289. Evinha de la Torre Conde
290. Faro Barros
291. Fátima Vale, actriz, poeta
292. Fco José Ojea Álvarez
293. Felix Cons, Sapoconcho, músico
294. Fernando Alonso Lorenzo
295. Fernando Gómez Jácome, músico
296. Fernando J. López Campo
297. Fernando Martínez Yáñez
298. Fernando Martinho Guimarães
299. Fernando Mato Gómez
300. Fernando Pinto Coelho, arquitecto/artista plástico
301. Fernando Sanmartín Juncal
302. Fernando Toba Giron
303. Fernando Váquez Pena
304. Fernando Vasquez Corredoira, tradutor
305. Fernando Vásquez Garcia, trabalhador florestal.
306. Fernando Xabier, fotógrafo
307. Filipe Diez, professor
308. Fiz Pousa, funcionário público e técnico
309. Fran Picado
310. Fran Rei Garcia
311. Francisca Álvarez
312. Francisco Castro Nieto, professor
313. Francisco Cortegoso
314. Francisco G., engenheiro industrial
315. Francisco Gallego Guisán, jornalista, artista e promotor cultural
316. Francisco Girón Gesteira
317. Francisco Gómez Portela
318. Francisco J. Varela Lopes
319. Francisco Manrique González Rodríguez
320. Francisco Manuel Illanes Ramos
321. Francisco Rodríguez, prof. reformado e escritor
322. Francisco Salgado, engenheiro
323. Francisco Soares
324. François Davo, poeta.
325. Gabriel André, tradutor
326. Gerardo Moure Roget
327. Gerardo Uz, jornalista
328. Gisela M. Gracias Ramos Rosa
329. Glen Clark, estudante
330. Gracia Martínez, professora
331. Guadalupe Cortiñas Pernas
332. Guilhelme Rego, professor
333. Guillerme Vázquez, professor
334. Gustavo Arce Fernández
335. Gustavo Portela Novas
336. Hadrián Esteves, professor na Dinamarca.
337. Héctor Tejón
338. Heitor Munhoz Gles
339. Heitor Naia
340. Heitor Real Arregi
341. Heitor Rodal Lopes
342. Helena Brighton
343. Helena Carro Cruz
344. Helena Embade, professora
345. Helena Pérez, professora
346. Helena Rodríguez Álvarez
347. Henrique Dacosta
348. Henrique del Bosque, profesor e ensaísta
349. Henrique Doria, escritor
350. Henrique Egea Lapina, professor
351. Henrique Harguindey, tradutor
352. Henrique Martins, desempregado
353. Henrique Torres
354. Hernani Fernandes
355. Higinio Martins Esteves
356. Horacio Vixande, jornalista
357. Hugo da Nóbrega Dias
358. Hugo Martins
359. Iago Barros, camareiro
360. Iago Blanco, mariñeiro
361. Iago Bragado
362. Iago Foxo Bouza, estudante
363. Iago Pedreira Bestilleiro, enxeñeiro
364. Iago Santás López, mestre
365. Iago Vilarinho, técnico superior de luz e som
366. Ignacio Martínez
367. Igor Lugris
368. Inácio Martinez-Almeida, professor
369. Inácio Pavón Barbagelata, sindicalista
370. Inácio Prada
371. Inácio Soto
372. Inés Rodo Montes
373. Inez Andrade Paes
374. Inma Doval Porto
375. Inmaculada Alonso Rodríguez
376. Inmaculada Cortiñas
377. Iolanda Aldrei, escritora e professora
378. Iolanda Begonha Castelo Lestón, técnica de comercio
379. Iolanda Mato Creo
380. Iolanda Teijeiro Rey
381. Iolanda Veloso Ríos, tradutora
382. Iolanda Zúñiga, escritora
383. Irene Fernández, filóloga
384. Irene Quinteiro Blanco
385. Irene Romero Rodriguez
386. Irene Sánchez Arines, docente
387. Irene Veiga, professora
388. Iria Aboi Ferradás
389. Iria Collazo López, escritora
390. Iria Docampo
391. Íria Fernandes Moscoso
392. Íria Mayer
393. Iria Molina Dorado
394. Iria Taibo, tradutora
395. Isaac Alonso Estraviz
396. Isaac Lourido
397. Isabel Castaño
398. Isabel Ferreiro
399. Isabel Gomes Teixeira, investigadora científica
400. Isabel Martínez-Risco Valdivieso
401. Isabel Rei Samartim, música
402. Ismael Pardo Varela
403. Ismael Pardo Vicente, docente
404. Ivan Roca Cruz, jurista
405. Iván Suelas, ex-comercial
406. Iván Velho
407. J. António Seixas Macias
408. Jacobe Pintor Vigo
409. Jacobo Fernández
410. Jaime Quintela
411. Jan Figueiras, trabalhador por conta propria.
412. Javier Meléndez, Urza, artista plástico
413. Javier Mendes, estudante
414. Jesús Calvo Pita, técnico electrônico e electromecánico.
415. Jesús Couto
416. Jesus Manuel da Torre Martins, desempregado
417. Jesus R. Requena, cientista
418. Jesús Saavedra
419. Joám C. Rábade Castinheira
420. Joám Evans Pim
421. Joám Francisco López Pérez
422. Joám José Romero Durám, economista
423. Joám Lopes Facal
424. Joám Manoel Maceiras Tajes, empregado público
425. Joan Vendrell
426. João Aveledo
427. João Guisan Seixas, professor
428. João Lombardero Posada, trabalhador social
429. João Manuel Peres Lijó
430. Joaquim Ferreira Silva
431. Joaquim Goás Pardinhas, filólogo
432. Jon Amil
433. Jonathan Vázquez, estudante
434. Jorge Diz Ferreira
435. Jorge Diz, aposentado
436. Jorge González Lamas, educador social
437. Jorge Núñez Pérez
438. José Alberto Espiñeira Datas, traballador
439. José Alberto Garcia Suárez
440. José André Lôpez Gonçâlez, membro da Direcção mundial de Marxists Internet Archive
441. José Ângelo Varela Negreira, taxista.
442. José Antom Gonçales Maceiras "Muros",ativista
443. José António Lozano, professor e escritor.
444. José Carlos Santos Ares, psicanalista
445. José Cunha-Oliveira, médico psiquiatra.
446. José Dias Cadaveira
447. José Fernando Lopes Árias
448. José Goris Cuinha, fotógrafo
449. José Ignacio Aymerich Muñoz, avogado
450. José Lino Pereira Dias
451. José Luis Díaz Núñez
452. José Luís do Pico Orjais
453. José Luis Gil Rei
454. José Manuel Caamanho Linhares
455. José Manuel Calvo Carnota
456. José Manuel Fernandes Almeida
457. José Oliveira Cipriano
458. José Ramom Pichel Campos
459. José Ramón Allegue Freire
460. José Ramón Puga
461. José Tubio
462. José-Martinho Montero Santalha, filólogo
463. Josep J. Conill, escritor e sociolingüista
464. Juan Carlos Pardo Gómez, estudante
465. Juan Carlos Rocamonde, estudante
466. Juan Francisco Bragado
467. Juan José Sánchez Penas
468. Juan Manuel Allegue Freire
469. Juan Trillo Pérez
470. Judit Gómez Fernández
471. Judith Freire Freire
472. Julia Coutinho, investigadora
473. Julio Asier Rodríguez Álvarez
474. Júlio Rocha, professor brasileiro
475. Karlotti (Juan C. Valle)
476. Kevin Tomé Tunhas, produtor musical
477. Kiko Neves
478. Ladislau da Regueria, artista visual
479. Lara Rodríguez
480. Larraitz Urruzola Tolosa
481. Laura Bugalho
482. Laura Garcia Diaz, professora
483. Laura L. David, jornalista
484. Laura Martínez
485. Laura Permuy Pico, estudante
486. Laura Rubio
487. Leandro Lamas
488. Leonardo Fernández Campos, profesor
489. Leonor Pinheiro Osório
490. Lidia Cagiao Conde, estudante
491. Lilian Portela Fontán, comercial
492. Loaira Martínez Rey
493. Lois Pérez Leira, escritor
494. Lois Pérez, comediante
495. Lola Canosa, ocupações diversas.
496. Loren Clair Boppré, radialista.
497. Lorena Rei
498. Lourenço Ribadulha Romeu
499. Lúa García
500. Lúa López, estudante
501. Lúbia Bustamante, professora
502. Lucía Novas, poeta
503. Lucía Toba de Oca
504. Luís Alonso Vidal Conde, professor
505. Luis Cavada
506. Luis Cavada Currais
507. Luís Daniel Lereno Moreira
508. Luís F. Figueiroa, trabalhador por conta própria
509. Luis Ferreira, Portugaliza
510. Luís Gonçales Blasco
511. Luis Losada Barros
512. Luís Martínez-Risco Daviña, professor
513. Luís Mazás López, escritor
514. Luis Rodríguez Feijóo
515. Luís Tembra Peneireiro
516. Luisa Paz de Federico, castellanohablante
517. Luisa Postigo Sastre,mestra xubilada
518. M. José Gómez Lamela
519. Maca Igrejas, professora
520. Maía Villar Cancelo
521. Maite Caramés Casal
522. Maite Cortinhas Carballido, directora comercial
523. Malena Barreiro
524. Malena Gracia Mota Miranda Choi, coach
525. Malena Tenreiro Alonso
526. Manu García, Muros
527. Manu Varela, taberneiro
528. Manuel Andrade Valinho
529. Manuel Blanco López, laboral
530. Manuel Blanco Rivas, xornalista
531. Manuel Bouzón Vila
532. Manuel Casal Lodeiro, escritor
533. Manuel Domínguez, educador ambiental
534. Manuel F. Carvalho
535. Manuel Gonçalves Gomes
536. Manuel Gonçalves Gonçalves
537. Manuel González Prieto
538. Manuel Iglesias Iglesias
539. Manuel José Allegue Carpente
540. Manuel Lourenzo, dramaturgo
541. Manuel M. Barreiro
542. Manuel Miragaia, professor e escritor
543. Manuel Otero Boquete
544. Manuel Pacior Pérez, engenheiro Informático
545. Manuel Paino, Músico
546. Manuel Pérez Rúa, sociólogo e ensaísta
547. Manuel Piñeiro González, jornalista
548. Manuel Portas, escritor
549. Manuel Soto Castiñeira
550. Manuela Rocío Sampayo David
551. Mar Llamas Rozas, enfermeira
552. Marcelino Saborido Lago
553. Marcial Barral Vásques
554. Márcio Rodrigo Pinho
555. Marcos Ceive Gandóm
556. Marcos Celeiro Carvalho, livre-pensador
557. Marcos Codesal
558. Marcos Fernández Villar
559. Marcos Maceira Eiras, activista e Presidente da Mesa pola Normalización lingüística
560. Marcos Nine, cineasta
561. Marcos Pérez Cardoso, educador
562. Marcos Saavedra, bibliotecário
563. Marcos Sumavielle Rodríguez
564. Marga Romero, escritora, profesora e tradutora
565. Margarida Corral Sánchez, sindicalista
566. Margarida López Barreiro
567. Maria A. Lamas
568. Maria Cal
569. Maria Carmela Arguelles Torrado
570. Maria Carmen Dorado Vidal
571. María Casar Díaz, activista cultural
572. María Castelo, escritora
573. Maria de los Angeles Perez Millan
574. Maria do Carme Panero, escritora
575. María do Mar Lopes Gonçalves, estudante
576. Maria do Mar López, desempregada
577. Maria do Mar Pérez Fra
578. Maria E. González Martínez
579. Maria Elena Freire Freire
580. María Elvira Varela Leal, docente
581. Maria Eugénia Alvarez Real
582. Maria Fernanda Garbero, professora, Brasil
583. María Folgueira
584. Maria J. Diaz Pinheiro
585. Maria Jesus Leirachá Baanante
586. María José Alonso López
587. María José Mayo Maneiro
588. María José P., engenheira e professora
589. María José Sola Bravo
590. María Martínez Guntín, estudante de Xornalismo e escritora.
591. María Menduíña Durán
592. Maria Micaela Sanches Garcia
593. María Pilar García Negro
594. Maria Prado-López, mestra.
595. María Rei Caamaño, funcionaria xubilada
596. Maria Rey Torrente
597. Maria Seoane Dovigo
598. Maria Silva, costureira
599. María V., filóloga
600. María Victoria Dopazo Míguez
601. Maria Vilaverde professora
602. María Xestal, poeta
603. Marian Salgado, trabalhadora autónoma
604. Marica Campo, escritora
605. Mariluz Martinez, ativista social
606. Mario Brión, estudante
607. Mario Fernández Tubío, técnico de som
608. Mário Herrero, escritor
609. Mário Lopes de Ceita
610. Mario Moiron Couceiro
611. Mario Regueira, escritor
612. Marisa Fernandez Lorenzo
613. Marisa Guerra, professora
614. Marta González
615. Marta Gonzalez Vila
616. Marta L. Macias
617. Marta Pérez, actriz
618. Martin Bocixa Ramos
619. Martín Franco, estudante
620. Martín Mendes Passarim, engenheiro
621. Martin Naya Alonso, decorador
622. Martinho López Prieto, médico
623. Maruxa Barro, escritora
624. Matías G. Rodríguez, investigador USC
625. Matías Nicieza, factótum
626. Mauro Ferreiro Ávila, estudante
627. Menchu Argüelles Torrado
628. Mercedes Queixas Zas, profesora e escritora
629. Miguel A. Neira Romero
630. Miguel A. Paz Amenedo. Funcionario.
631. Miguel Alonso Diz
632. Miguel Alonso, músico
633. Miguel Anxo Abraira Sobrado
634. Miguel Anxo Fernán Vello, escritor
635. Miguel Anxo Meixueiro Rei, professor
636. Miguel Anxo Rúas
637. Miguel Baleato
638. Miguel Jorge Martins Paulitos
639. Miguel López Calzada, pessoa
640. Miguel Mato
641. Miguel Mato Fondo
642. Miguel Moreira, profesor
643. Miguel R. Penas
644. Miguel Rios Torre, professor
645. Miguel Rodríguez Carnota, docente
646. Miguel Sande, escritor
647. Miguel Serrano, biólogo
648. Miguel Silva, músico
649. Milagros Da Aira Fernández, profesora
650. Mirian Viñas Cochón, educadora social
651. Modesto González Casal
652. Moncho de Fidalgo, escritor
653. Moncho G Boán
654. Mónica Fernández Rodríguez
655. Mónica Míguez López
656. Monserrat Moreda
657. Montse Dopico
658. Nabor Costa Calvar, fisioterapeuta
659. Nacho Jorganes
660. Nadia Stabile
661. Natalia Cabana
662. Natalia Lema Otero
663. Natalia Poncela, crítica de arte
664. Nela Abella
665. Nenoescuro, músico
666. Nerea Cabanas, estudante
667. Néstor Rego Candamil
668. Nico Filgueira, estudante
669. Nicolás Linares Reino, estudante
670. Nicolasa Castro Monteiro
671. Nilson Bicalho Alonso
672. Noelia Blanco, estudante
673. Noelia Fernández Sánchez, professora.
674. Noelia Rodríguez Justo
675. Noemi Vázquez Nogueiras
676. Norberto Pais Redonda
677. Nuno Gomes Lopes
678. Nuria Barcala Tubío, estudante
679. Olalla Rodil, xornalista
680. Olga Castro, profesora
681. Olga Castro, profesora emigrada en Birmingham
682. Olga Patiño Abeixón
683. Ondjaki, escritor
684. Oriana Méndez, escritora
685. Oscar de Souto
686. Oscar Diaz Fouces
687. Oscar Figueiras
688. Oscar Fojo Lamas
689. Oscar Garcia Carballeira
690. Oscar Iglesias Araúxo
691. Oscar Senra Gómez
692. Ovidio Rouco Otero
693. Pablo Figueiredo Palacios, estudante
694. Pablo Morán, músico e filólogo
695. Pablo Porto Barranco
696. Paco García, bombeiro
697. Paco Souto, escritor
698. Paloma Fernández de Córdoba Cancela
699. Patricia Barreiro, estudante
700. Patricia Calviño
701. Patrícia Casal, estudante
702. Patrícia Helena dos Santos Carneiro, professora e advogada (Brasil, Amazônia)
703. Patricia Marinho, avogada
704. Patricia Perez Lopez
705. Patricia Vazquez Castro
706. Paula Pereira, artesã
707. Paula Rios Curbeira, feminista
708. Paula Teixeira Moláns
709. Paula Vázquez Verao
710. Paulo Basanta
711. Paulo Daniel Alonso Rodrigues, estudante
712. Paulo Gamallo, investigador
713. Paulo Gonçalves
714. Paulo Lema
715. Paulo Malvar Fernández
716. Paulo Mendez Mendez
717. Paulo Outeiro
718. Paulo Padín, trabalhador social
719. Paulo Parga
720. Paulo Peres Lago
721. Paulo Queiruga Castro, estudante
722. Paulo Vaamonde Espasandín
723. Paz Balseiro
724. Paz López Facal
725. Paz Romai, coidadora
726. Pedro Blanco, músico
727. Pedro Bravo López, professor
728. Pedro Campos
729. Pedro Casteleiro, advogado e escritor
730. Pedro Domínguez
731. Pedro Ludgero, escritor
732. Pedro M. Cortegoso Gago
733. Pedro Montoto García
734. Pedro Nuno Guedes, assistente técnico e músico
735. Pedro Rodríguez López
736. Pedro Teixeira da Mota
737. Pelayo Valduvieco García
738. Pepe Carreiro, humorista gráfico, creador de banda deseñada e editor
739. Peregrina Ferrenho Garcia
740. Philip Krummrich, professor e tradutor
741. Pilar de Ugarte Modrego
742. Pilar Estévez Rodríguez
743. Pilar Romero
744. Pilar Veiga Rodríguez
745. Plácido Peres Sanjurjo, professor
746. Puri perez Leirós
747. Rafa Vilar, escritor
748. Ramiro Torres
749. Ramiro Vidal Alvarinho, escritor
750. Ramom Lôpez-Suevos
751. Ramom Reimunde, professor
752. Ramón Coira Luaces
753. Ramón del Valle
754. Ramón Neto
755. Ramon Pinheiro Almuinha
756. Ramón Yáñez Brage, prof. Universidade xubilado
757. Raquel Graña, estudante
758. Raquel Miragaia, professora
759. Raquel Noguerol Sánchez
760. Raquel Olveira Vilela
761. Raquel Pazos
762. Raquel Rivas Cabanelas
763. Raquel Souto
764. Raquel Vázquez Blanco
765. Raquel Veiga Busto
766. Raul Rios R.
767. Rebeca Baceiredo, escritora.
768. Rebeca Martínez
769. Reinaldo Loureiro Gonçales
770. Renato Epifânio, Presidente do MIL: Movimento Internacional Lusófono
771. Ricardo Gil enfermeiro e psicólogo
772. Ricardo Lourenzo, delegado sindical
773. Roberto Allegue Freire
774. Roberto Carlos Cortiñas Pernas
775. Roberto Gil Fernández
776. Roberto Rodrigues García
777. Roberto Roget, aparelhador
778. Roberto Samartim, professor
779. Roberto Sóñora, funcionario
780. Rochi Nóvoa Vázquez, escritora e mestra
781. Rocío Fraga Sáenz, socióloga e activista feminista (provissionalmente concelheira na Corunha)
782. Rodrigo Cerviño Loira
783. Roi Grande Babarro
784. Roi Ribeira Bezerra
785. Roi Rodriguez Alvarez, soldador naval
786. Román Vilela Castro
787. Roque Lazcano Vázquez
788. Rosa Casais
789. Rosa Enríquez, escritora
790. Rosa Martínez
791. Rosalía Cortizas Leira, educadora infantil
792. Rosalía Pazo Maside, artista
793. Rosario Mascato Rey
794. Roxana Villagrasa Méndez profesora e actriz
795. Rubem Centeno Paradela
796. Rubén Colmenero Ferreiro
797. Ruben Estramil Varela, quimico
798. Rubén Melide Romai
799. Rubén Méndez Alonso, estudante
800. Rubén Valverde Domínguez
801. Rubén Vidal Regueiro, enxeñeiro forestal
802. Rudesindo Soutelo
803. Rute Cortizo
804. Ruth Rodríguez, veterinaria
805. Sabela Fernández
806. Sabela Figueira, professora
807. Sabela Fraga Costa, estudante
808. Sabela González Fernández, estudante e futura socióloga
809. Sabela González, estudante
810. Sabela Iglesias Reviejo
811. Salvador Cerdeura Couceiro
812. Salvador Mourelo, professor
813. Sálvia Lois Lugilde, professora
814. Samuel Ben Conde
815. Samuel F. Pimenta, escritor (Portugal)
816. Sandra Allegue Freire
817. Sandra Garrido Fernández
818. Sandra Villaverde
819. Santi Bernárdez
820. Santi Bernárdez, comerciante
821. Sánti Carvalhido-Gilbert
822. Sánti G. Gesteira, estudante de literatura hispánica
823. Santiago López Gómez, profesor
824. Santiago Silva Varela
825. Santiago Veloso
826. Sara de Sousa, cantora
827. Sara Garcia
828. Sara Gómez
829. Sara Martiñá Rodríguez, professora
830. Sara Mejuto
831. Sara Paz Martínez
832. Sechu Sende, escritor
833. Senén Carrón Curros
834. Senín González Baño
835. Sérgio Álvarez Alonso
836. Servando Barreiro, músico cantor e contador de histórias
837. Serxio Cortinhas Carbalhido
838. Sérxio Crespo Gómez
839. Silvia Capón Sánchez, escritora
840. Sílvia Díaz, engenheira química
841. Silvia Gonçalves Lago
842. Silvia Pardo Galdo, poeta militante.
843. Sílvia Pinha
844. Simona Artioli, estudante
845. Soco García Conde
846. Sofía Carril Calvo
847. Sofía Cortinhas Carvalhido
848. Sónia Duarte, linguista e professora
849. Sonia Pérez
850. Sonia Xanín
851. Susana Ferreiro, docente
852. Susana López
853. Susana Montesinos Amado, professora
854. Susana Sánchez Arins, poeta
855. Susana Vázquez González, docente
856. Suso Baleato
857. Suso de Toro, escritor
858. Suso Moinhos
859. Suso Sanmartin
860. Suzanna Hezequiel
861. Tamara Cerneira
862. Tania Bugallo Sánchez
863. Tania Corujo Otero
864. Tania Vila
865. Tati Mancebo, escritora
866. Tatiana Bello,Libre
867. Teresa Losada Ros
868. Teresa Moure, escritora
869. Teresa Pilhado, estudante.
870. Teresa Ramiro, mariscadora
871. Thais Peva, arquiteta
872. Tiago Alvite Rueda
873. Tiago Peres, professor
874. Tomás González Ahola, editor
875. Tomás Pérez Pazos, tradutor
876. Toni Lodeiro Zas
877. Toño Núñez, galego
878. Urso Regueiro Castro
879. Uxia Alonso Crespo, agricultora
880. Uxía Dominguez Senlle
881. Uxío García Lois
882. Valentim Fagim, professor
883. Vanesa González Álvarez
884. Vanessa Blanco, estudante
885. Vanessa Mosteiro Monterroso
886. Vanessa Vilaverde Lamas
887. Veneranda Aida Rodrigues Nunes
888. Verónica Martínez Delgado, escritora
889. Verónica Rivadulla Deschamps
890. Vicente Lopes Veiga
891. Vicente Sebastião
892. Victor Domingos, escritor
893. Victor Manuel Lorenzo Fernadez.
894. Víctor Sánchez López,estudante
895. Virginia Rodríguez Álvarez, docente
896. Vítor Garabana Barro
897. Vítor M. Sierra Nieves, gestor cultural e activista
898. Vítor Manuel Lourenço Peres, servidor público
899. Vítor Vaqueiro, escritor
900. Vítor Vasques Rodrigues
901. Wiktoria Grygierzec
902. Xabier Canabal, economista
903. Xabier Dominguez del Rio
904. Xabier Moure, funcionario
905. Xabier P. DoCampo, escritor
906. Xabier Paradelo
907. Xabier Paz, escritor
908. Xabier Pérez Davila
909. Xabier Prieto, profesor
910. Xabier Rodrìguez Gómez, artesán
911. Xacobe Rodríguez Rivas
912. Xan Xove González
913. Xaquín Real Naveiro, estudante
914. Xavier Alcalá, engenheiro
915. Xavier Frias Conde, filólogo
916. Xavier Groba, profesor
917. Xavier Moreda, cabeleireiro
918. Xavier Paz, editor
919. Xavier Ponte Casas
920. Xavier Portas Rocha
921. Xavier Rebolo Jul, trabalhador do sector lácteo e árbitro de futebol amador.
922. Xavier Rodríguez Somoza, engenheiro
923. Xavier Valverde Alonso, tradutor
924. Xavier Vilhar Trilho
925. Xemma Tedim, editora
926. Xermán Montes Vicente
927. Xesús Anxo Barreiro Núñez
928. Xesús Manuel Piñeiro
929. Xian Naia
930. Xián Neto
931. Xiao Berlai
932. Xico Bugueiro
933. Xico Paradelo, professor
934. Xina Vega, escritora
935. Xisela Fuciños
936. Xoán Abeleira, poeta
937. Xoán Antón Comesanha Pedreira
938. Xoán Antón Pérez-Lema, avogado e analista político
939. Xoán Carlos Lagares, professor
940. Xoán Costa
941. Xoán G.
942. Xoán I. Amoedo Lueiro
943. Xoán R. Vilas
944. Xoán Vázquez Arango advogado
945. Xoán Xesús Valladares Alján.
946. Xoán Xosé Lorenzo Lourido
947. Xocas Paradelo Carracedo
948. Xocobe Meléndrez Fassbender
949. Xosé Antón Bocixa, músico
950. Xosé Antón G. Serén, editor
951. Xosé Antón Gómez Fernández, médico
952. Xosé Antón López Silva, profesor e escritor
953. Xosé Antón Pedreira, livreiro
954. Xosé Ballesteros, editor
955. Xosé Bieito Delgado Rodriguez
956. Xosé Brais García Fernández
957. Xosé Calleja López
958. Xosé Carlos L. Bernárdez, crítico de arte e escritor
959. Xosé Collazo Castro
960. Xosé Collazo Regueiro
961. Xosé Díaz Díaz, professor
962. Xosé Francisco Carro, professor
963. Xosé L. Termenón Pintos, funcionario público
964. Xosé Ledo
965. Xosé Lois Vázquez Pérez, deseñador, fotógrafo, editor
966. Xosé Luis Franco Grande
967. Xose Luis Rubal García
968. Xosé Luís Vázquez Ledo, professor
969. Xosé Manoel Fírvida Plaza, professor
970. Xosé Manuel Beiras, escritor
971. Xosé Manuel Carril Vázquez, prof. da UDC
972. Xosé Manuel Casar Gómez
973. Xosé Manuel Fernández Montes
974. Xosé Manuel Mexuto, xornalista
975. Xosé Manuel Sánchez Rei, professor UDC
976. Xose María Álvarez Cáccamo, escritor
977. Xosé Miguel Fernández Vázquez
978. Xose Paulo Mouteira, servidor publico
979. Xosé Pintado Valverde, científico
980. Xosé Ramón Cortés
981. Xosé Ramón Freixeiro Mato, professor UDC
982. Xosé Rodríguez Díaz
983. Xosé Sobral, escritor
984. Xosé Tubío Rodríguez
985. Xosé Varela García
986. Xulio Ríos, director do Instituto Galego de Análise e Documentación Internacional
987. Xurxo Allegue Freire
988. Xurxo Diz Pico, lingüista
989. Xurxo Gomes
990. Xurxo Guitián Lema
991. Xurxo Lopez Vazquez
992. Xurxo Nóvoa Martins, escritor
993. Xurxo Valcárcel Gil
994. Yéssica L., estudante
995. Yolanda Castaño, escritora
996. Yolanda Paz Pereira, docente

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