Contra o corte raso na Serra da Freita e a replantação com eucalipto

Após os desastrosos incêndios florestais do ano 2016, o ICNF aplicou uma série de medidas de combate a erosão pós-incêndio. O abate indiscriminado das árvores nativas que sobreviveram a catástrofe não faz parte destas medidas, mas acontece em larga escala. As beiras das estradas que sobem para a Serra da Freita enchem-se com pilhas de madeira de carvalhos, castanheiros e pinheiros, na sua maioria pouco ou nada fustigados pelo fogo. Como é isto possível num espaço da Rede Natura 2000?

Grandes carvalhos que podiam dar bolotas e apoiar a criação dum novo bosque são abatidos sem controle, tanto como castanheiros adultos ou jovens, sem fiscalização, sem qualquer autoridade a visionar e interferir.

Apelamos ao ministério do meio ambiente e os municípios que abrangem este território da Serra da Freita: pronunciem-se, tomem medidas, mostrem presença.
Do mesmo modo que foi entregue aos municípios mais poder para cuidar da floresta, agora é a altura para actuar.

Salvem o que nos resta da floresta nativa!

Não deixem transformar as encostas da Serra da Freita num vasto eucaliptal.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=MovimentoGaio

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