Polícias acusados de tortura e agressões continuam em serviço

A direcção da PSP não tomou qualquer acção para, pelo menos, suspender os 18 polícias acusados de tortura, agressões, sequestro e racismo. 4 dos criminosos continuam em funções no posto de Alfragide que foi o palco dos crimes. A direcção já foi notificada oficiosamente no dia 10 de Julho, mas recusa-se a agir, numa mostra clara que isso de obedecer a ordens é só quando lhes convém, ou uma desculpa para espancar pessoas que protestam ou se manifestam. A ministra da administração interna, Constança Urbano de Sousa, já indicou que quer que a PSP aplique o regulamento e suspenda os membros deste grupo, mas não tomou qualquer posição perante esta situação clara de desobediência e desafio. Para se perceber a extensão da cumplicidade dos membros da #polícia, com os seus 18 comparsas, o presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia veio pedir que os 4 membros da esquadra de Alfragide sejam simplesmente transferidos, porque os torturadores coitadinhos podem estar inseguros.

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