A rede terrorista de extrema-direita portuguesa que matava “comunistas”

O Miguel Carvalho, jornalista na revista Visão, escreve na introdução do seu livro "Quando Portugal Ardeu. Histórias e segredos da violência política no pós-25 de Abril" que “quanto mais o presente instrumentalizar o passado, unificando-o e manipulando-o, mais deve o jornalismo combater o esquecimento, a amnésia e a mentira, sem que para tal tenha de impor uma Verdade. A memória é plural. Não há um passado, há passados.”.

No episódio de hoje, falamos sobre um outro PREC e sobre a rede bombista de extrema-direita que existiu no pós-25 de Abril e que o Estado Novo utilizou para reciclar-se.

http://apenasfumaca.pt/miguel-carvalho-sobre-a-rede-terrorista-de-extrem...

É Apenas Fumaça

Comentários

Submeter um novo comentário

O conteúdo deste campo é privado e não irá ser exibido publicamente.
CAPTCHA
Esta pergunta serve para confirmar se és uma pessoa ou não e para prevenir publicaçãos automatizadas