Um olhar sobre os números da repressão e de violência contra a #Palestina

#FreePalestine #HandsOfJerusalem EUA declaram Jerusalém capital do regime Israelita | Um olhar sobre os números da repressão e de violência contra a #Palestina

No dia 5 de Dezembro, o presidente dos #EUA, Donald Trump declarou #Jerusalém como a capital do Estado colonialista de #Israel. Numa manobra improcedente na história, a aceitação de Jerusalém como capital do Estado de Israel trouxe uma nova onda de revolta contra o regime sionista. Na Palestina e por todo o mundo, dezenas de milhares de pessoas continuam a sair às ruas em apoio ao povo palestino. De Inglaterra ao Cairo, de Barcelona à Argentina, do Afeganistão à Índia dezenas de manifestações têm sido convocadas em solidariedade com a luta palestiniana e contra o regime sionista de Israel. | http://bit.ly/2iY1BGz

Também a comunidade internacional repudiou a jogada de Trump. Por um lado, apelando a um recuo estratégico para não causar um novo conflito e um escalar das tensões, pelo outro lado, apelando à retoma das negociações da solução de dois Estados.

Pouco depois do anuncio, as várias organizações e partidos políticos palestinianos prometeram contestar a decisão, e protestos foram marcados por toda a Palestina – Em #Gaza, na #Cisjordânia e em #Jerusalém, milhares de pessoas saíram as ruas. As forças do regime sionista prontamente responderam com repressão e violência. Até ao dia de hoje, mais de 2000 pessoas ficaram feridas devido ao gás lacrimogêneo e às balas de borracha. 6 pessoas perderam a vida, três delas morreram baleadas e um atingida com um míssil lançado pelo exército, pelo menos 100 pessoas foram presas só nos primeiros três dias de protestos, entre elas muitas crianças.

O PROCESSO DE COLONIZAÇÃO DA PALESTINA

As imagens de violência do exército, que a imprensa liberal classifica como "chocante" é a norma no território palestino colonizado pelo Estado que esse mesmo ocidente ( e imprensa não pode ser esquecida pelo apoio que deu) ajudou a criar. A ilusão da solução de dois Estados criada pela ONU foi só o legitimar do duplo processo de colonização sionista, nas suas vertentes militar e religiosa. A prisão a céu aberto em que se tornou a Cisjordânia e a prisão de segurança máxima em que se transformou a Faixa de Gaza são o fruto da implementação deste duplo modelo de colonialismo. O Historiador Ilan Pappé desenvolve estes conceitos nos seus livros " A Maior Prisão no Mundo - Uma história dos territórios ocupados" e "A Limpeza étnica da Palestina". | http://bit.ly/2zolq0q

As características deste duplo processo que começa na guerra de 1948 onde a diretiva israelita, era fazer uma limpeza étnica da zona e instalar colonatos, tendo provocado a deslocação forçada de 80% da população transformando assim, todo um povo em refugiadas/os. Já na guerra dos seis dias em 1967, o regime rapidamente compreendeu que não seria possível repetir o mesmo cenário de 1948 passando então para um novo modelo de limpeza étnica gradual que se têm espalhado pelos últimos 50 anos e afetado milhões de pessoas. | http://bit.ly/1sRmhzY http://bit.ly/2nW2pRr

OS ALVOS DO EXÉRCITO ISRAELITA | MAIS DE 20.000 CRIANÇAS E MULHERES PRESAS, TORTURADAS E INTERROGADAS #PalestinianLivesMatter

O exército sionista voltou a instalar-se em força nas ruas da Palestina, dia e noite a tortura e perseguição a crianças, mulheres e homens aumenta, existem já vários relatos com fotos e vídeos, onde se pode ver soldados a perseguirem crianças, a agredirem mulheres e homens numa clara demonstração de violência gratuita. | http://bit.ly/2C0aarL http://bit.ly/2BZAKkJ http://bit.ly/2BY7gUB http://bit.ly/2C1bCtU (CONTEM IMAGENS GRÁFICAS FORTES)

Este modelo de limpeza étnica gradual que têm sido aplicado de diferentes formas, com recurso a tortura, prisões, perseguições, violações, etc. que têm afetado vários setores palestinianos. Desde os anos 2000 dois grupos sociais destacam-se nestes dados, as mulheres e as crianças.

Na Cisjordânia desde 2000 ,cerca de 10.000 crianças entre os 12 e 17 foram forçadas a prisões, detenções e interrogatórios pelos tribunais militares israelitas, enquanto foram assassinadas 3000 crianças em igual período. Só este ano foram presas 483 crianças. | http://bit.ly/2AzNhzd http://bit.ly/2Cdmu98 . Alguns dos relatos das crianças que conseguem sobreviver à prisão, são demonstradores das sucessivas violações de direitos humanos que o povo palestino sofre todos os dias. | http://bit.ly/2ASmWcL

O outro grupo social que mais têm sofrido a repressão do regime, são as mulheres. Nos últimos 50 anos da colonização sionista, mais de 10.000 mulheres foram detidas, presas ou torturas pelos militares. No último ano foram presas cerca de 545 mulheres.| http://bit.ly/2AyXSdE http://bit.ly/2BY5rab Também neste grupo os relatos das sobreviventes, falam de tortura física e psicológica, abusos sexuais e privações de comida e sono. Poucas são as presas que podem receber visitas, terem assistência médica ou acesso aos cuidados necessários de saúde e higiene que necessitam, a ideia é clara, afastar todas estas mulheres de qualquer ligação com o mundo exterior. | http://bit.ly/2iZtY7o http://bit.ly/2z8eo24

Guilhotina.info

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