ACTIVISMOS | O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) sempre deu motivos de queixa aos imigrantes

ACTIVISMOS | O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) sempre deu motivos de queixa aos imigrantes que querem ver a sua situação regularizada no país, mas nos últimos tempos o trabalho da instituição tem-se degradado. Entre a falta de orçamento e de funcionários, quem sofre são os imigrantes.

Foi por isso mesmo que dezenas de imigrantes decidiram manifestar-se hoje em frente ao SEF, em Lisboa, para exigirem o fim da obrigatoriedade de entrada legal em território nacional para se poderem regularizar, além da instituição estar a negar vários pedidos de regularização por razões humanitárias. Para demonstrarem o nível de descontentamento, os trabalhadores decidiram cortar o trânsito na Avenida António Augusto de Aguiar, perto do Marquês de Pombal.

Nos dias que correm, centenas de imigrantes chegam a esperar mais de três anos para verem a sua situação regularizada. Pelo meio, são vítimas de abusos de patrões, onde a inexistência de contratos e os salários baixos prevalecem, quando não vivem em condições que atentam contra a dignidade humana.

“Queremos documentos para todos”, gritaram à porta do SEF.

Também os funcionários do SEF estão hoje em greve por as condições de funcionamento da instituição se estarem a degradar, uma situação que tem vindo a pior nos últimos anos. Representantes do Sindicato dos Funcionários do SEF afirmaram aos meios de comunicação social que se vive uma “situação caótica” na instituição.

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