Escarpas do Douro no Porto: Proposta para a sua proteção

Por iniciativa do NDMALO - Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Lordelo do Ouro (que comemora este ano 40 anos de atividade!), e com o apoio da Campo Aberto-associação de defesa do ambiente e do FAPAS - Fundo de Proteção dos Animais Selvagens, foi apresentada a 11 de setembro à Direção Regional da Cultura do Norte e à Direção de Serviços dos Bens Culturais uma proposta em defesa de uma delimitação da Zona Especial de Proteção da Ponte da Arrábida, classificada como Monumento Nacional.

A proposta pode ser subscrita ou apoiada por entidades e pessoas que assim o entenderem, comunicando às duas entidades referidas o seu apoio à proposta.

Para ler/ver os termos da proposta apresentada:
http://www.campoaberto.pt/2018/07/20/natureza-e-biodiversidade-2018/

Caso a proposta venha a ter vigência (a esperança é sempre a última a morrer), será mais difícil no futuro que sejam feitos atentados, verdadeiros crimes ecológicos que infringem os direitos ambientais dos cidadãos consagrados na Constituição Portuguesa, através de obras e construções que, tal ratazanas de duros dentes, roem a escarpa do Douro contra toda a prudência ecológica e todo o sentido da paisagem e dos valores naturais que enobrecem a cidade do Porto. Alguns autarcas e ex-autarcas, algumas decisões de tribunais, algumas instituições da administração com a incumbência de proteger os valores culturais e ambientais, têm dado provas de cegueira, incapacidade ou mesmo venalidade perante a obrigação de defesa, já não infelizmente, de uma razoável integridade das escarpas do Douro mas ao menos da cessação de maiores destruições e agressões.

Campo Aberto - associação de defesa do ambiente
13 de setembro de 2018

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