A longa marcha das desigualdades – 3 Portugal, desastre periférico e pasto de ladrões (1995- …)

O país mais pobre da Europa ocidental é dominado por capitais externos, vai pulando entre bolhas imobiliárias e alimenta uma classe política constituída por corruptos e aves canoras.
O que sobra é um território desertificado, atravessado pelas redes das multinacionais e onde o sistema financeiro montou uma renda ancorada em dívida.
1 – Tempos de muita tempestade e pouca bonança
2 - A marcha das desigualdades no período 1995 – 2017
3 – Um empobrecimento quase contínuo no plano europeu
4 - Nem bom viver, nem democracia; apenas subalternidade e corrupção

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