Trabalhadoras de Chaves em vigília há mais 15 dias para impedir saída de máquinas

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Um grupo de 30 funcionárias de uma empresa têxtil em Chaves está de vigilância permanente no exterior da fábrica há mais de 15 dias. A Touriya El- Bakkali, na freguesia de Vale de Anta, fechou portas durante o período em que as trabalhadoras estavam de férias. As funcionárias exigem uma resposta da gerência.

As trabalhadoras foram apanhadas de surpresa, sem qualquer aviso da entidade patronal, que lhes tinha prolongado as férias até o dia 17. Porém, após serem avisadas de que estariam a retirar equipamentos, rapidamente se organizaram e estão em vigilância permanente. As mulheres dormem no local, algumas dentro de carros, e organizaram-se em turnos.

Lurdes Baptista, funcionária da Touriya El-Bakkali, afirma que não foram avisadas do fecho da fábrica e tão pouco lhes foi entregue o documento necessário para terem direito ao subsídio de desemprego.

As trabalhadoras dizem não desistir e já avançaram com uma queixa-crime contra a empresa que, por sua vez, deu entrada com um processo de insolvência na passada terça-feira.

Lurdes Baptista afirmou que ela e a suas colegas não vão desistir do protesto que já dura há “mais de 15 dias” e que só querem que a “patroa resolva a situação”.

Segundo a notícia da agência Lusa, as trabalhadoras tencionam permanecer junto à entrada da fábrica até à assembleia de credores, decorrente da acção de insolvência, de forma a garantir o acesso ao fundo de desemprego e às compensações a que têm direito.

Video via SinalTV

Info via: https://bit.ly/2Q31b0d e https://bit.ly/2xL0qkG

Guilhotina.info

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