(pt) DECLARAÇÃO DA CAMPANHA* «NO TO WAR NO TO NATO» SOBRE AFEGANISTÃO
pt) DECLARAÇÃO DA CAMPANHA* «NO TO WAR NO TO NATO» SOB RE AFEGANISTÃO
Domingo, 24 de Janeiro de 2010
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O debate sobre a guerra no Afeganistão e Paquistão atingiu um ponto
crítico.---A opinião pública de todo o mundo tem estado atenta e opõe-se à
escalada da guerra, que tem seido vendida como «nova estratégia» pelos
governos mais influentes da NATO. Até os meios de comunicação
convencionais reflectem este debate e desilusão.---Nós sabemos que os
conflitos nunca são resolvidos através de guerras.---Os 192 países-membros
da ONU foram convidados a participar na Conferência Internacional sobre o
Afeganistão em LOndres a 28 de Janeiro de 2010. Esta conferência foi
convocada por Gordon Brwon depois de Nicolas Sarkozy e de Angela Merkel a
terem anunciado há alguns mesmes atrás. Provavelmente, os únicos membros
de governos aí presentes serão representantes dos países ocidentaisa e dos
seus estados vassalos. Pode-se esperar pouco mais do que uma reavivar da
campanha pública com vista a arrebanhar apoio à sua «nova estratégia» para
a guerra, inspirada pela NATO.
Os movimentos para a Paz, as ONGs pelos Direitos Humanos, os partidos
políticos, sindicatos e indivíduos de todo omundo que lutam pela paz, a
justiça e a liberdade irão encontrar-se nesta ocasião. Temos apelado às
organizações e activistas de todo o mundo para se juntarem a nós e se
comprometerem na procura de uma solução comum e pacífica ao nível
internacional para este beco-sem-saída do Afeganistão.
Um fim para a guerra obriga a que as tropas da NATO sejam retiradas do
Afeganistão. Globalmente, precisamos e portanto estamos a trabalhar para, a
dissolução e desmantelamento da NATO em ordem a contribuir para a segurança
internacional. A NATO pode apenas trazer mais guerra. Nunca foi (e nunca
virá a ser) uma organização destinada à nossa protecção e segurança. Depois
de cerca de 9 anos de presença da NATO no Afeganistão, a situaçlão actual
reclecte a verdadeira natureza da NATO: uma aliança militar concebida para
impor a vontade das elites dos países ocidentais.
São precisas respostas políticas e civis à crise no Afeganistão e Paquistão.
Têm de respeitar as decisões do povo afegão itical e requerem soluções que
envolvam todos os países vizinhos. Tais respostas poderiam incluir um
programa não-militar sob liderança da ONU para subsatituir os militares sob
mandato do ISAF no Afeganistão.
O Afeganistão precisa realmente de um real processo de reconstrução, em
termos materiais, políticos e sociais e isto nãso se pode levar a cabo com
balas, bombas e bombardeiros
Berlim, Boston, Londres, Paris
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