A doença enquanto negócioEcologia, Economia

“Para promover as suas drogas patenteadas e vacinas contra a gripe, os laboratórios farmacêuticos influenciaram os cientistas e as agências oficiais (...) no sentido de alarmarem os governos do mundo inteiro, levando-os a esbanjar escassos recursos de saúde para promover estratégias de vacinação ineficazes e expondo desnecessariamente milhões de pessoas saudáveis aos eventuais efeitos secundários de vacinas insuficientemente testadas".

Gripe A
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A Solidariedade vence a OpressãoMovimentos sociais, Repressão

Este ano, decorrem e decorrerão nos tribunais vários processos judiciais contra activistas portugueses. Estes assuntos, nunca suficientemente mediatizados, acabam por ser considerados pela maioria dos portugueses como politicamente incorrectos e insignificantes. No entanto, abandonar as pessoas envolvidas à sua sorte seria como deixar de regar a semente de revolta e liberdade que lançaram para a terra.


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Repressão e protestos na prisão do LinhóRepressão

Nos últimos dias, cerca de 400 reclusos do estabelecimento prisional do Linhó (Sintra) iniciaram uma greve de fome, assim como outras formas de protesto, contra a degradação do ambiente vivido nesta prisão, que teve o seu clímax em vários espancamentos de presos e na “estranha” morte de um detido no dia 16 de Janeiro.

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Entrevista ao indymedia-ptMovimentos sociais

Nesta entrevista realizada pelo colectivo Passa Palavra, o Indymedia Portugal responde a algumas perguntas relativas à sua (re)entrada em funcionamento, desde Novembro de 2009, após uma ausência prolongada. Uma excelente oportunidade para falarmos sobre a história do projecto, bem como para a troca de impressões entre colectivos.

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Não à pena de morte para Mumia Abu-Jamal!Discriminação, Repressão

Mumia Abu-Jamal, um jornalista premiado e autor de seis livros, está no corredor da morte nos Estados Unidos há quase três décadas. Tornou-se num símbolo mundial da luta contra a pena de morte, o racismo e as violações de direitos humanos. Na semana em que foi lançada uma petição ao presidente Obama, o seu advogado veio alertar: “Mumia está em maior perigo do que em qualquer outro momento desde a sua prisão, há 28 anos”.


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Haiti: para além do sensacionalismo caritárioEconomia, Guerra e Militarismo, Poder e autodeterminação

A 12 de Janeiro, o Haiti foi devastado por um tremor de terra com 7,0 de magnitude. Fala-se de cerca de 200.000 mortos. É certo que a catástrofe tem uma causa natural. Mas o alcance da destruição só foi possível graças a causas políticas. O Haiti é hoje uma nação ocupada, com vários interesses, que não os seus, em jogo.

Haiti
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AECs do Porto: ensino de garagem, precariedade oleosaEconomia

Nos dias 24 e 25 de Setembro, um conjunto de professores foi chamado a reunir numa garagem. Actualmente, trabalham a «recibos verdes», sem quaisquer direitos e perspectivas de continuidade. Mais do que os outros professores, os professores das actividades de enriquecimento escolar (AEC) espelham uma tendência hegemónica: a de escolas cada vez mais segmentadas e de uma educação pública cada vez mais subfinanciada.


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El Salvador - capitalismo escreve-se a sangue Ecologia, Economia, Movimentos sociais, Poder e autodeterminação, Repressão

No dia 26 de Dezembro, Dora Alicia Recinos Sorto tornou-se na terceira vítima duma onda de violência contra ecologistas na região Salvadorenha de Cabañas, onde há protestos contra a reabertura da mina de ouro pela empresa canadiana Pacific Rim.

América Latina
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Governo grego anuncia: “Haverá sangue” Movimentos sociais, Repressão

Perante o aumento exponencial do défice público e a pressão dos grandes investidores transnacionais, o governo grego anunciou estar disposto a levar avante as reformas «necessárias». Aparentemente, por todos os meios necessários.


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Gaza: um ano depoisGuerra e Militarismo

Em 27 de dezembro de 2008, Israel iniciou um dos mais sangrentos ataques a Gaza desde 1948, utilizando bombas proibidas pela Convenção de Genebra, com urânio empobrecido ou com fósforo branco. Após as três semanas que durou o massacre, o saldo era de 1440 palestinianos mortos, a maioria civis, 5300 feridos (incluindo 1855 crianças e 795 mulheres), 21 mil casas destruídas ou gravemente danificadas, cerca de 50000 desalojados, Gaza reduzida a escombros e todas as infra-estruturas arruinadas.


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